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Palhetas adequadas para a orquestra CCB e plaheta sintética ou natural
Qual o melhor custo/benefício?
Proponente- Ir. Vitor - Indaiatuba (SP) e Ir. Josué Jr. - Sorocaba (SP)

Giancarlo:

Ir. Vitor e Ir. Josué Jr... poderiam começar o assunto?                        

Viu ir, Josué Jr.. ainda vc tem trabalho aqui no grupo...rs...

Victor Alves:

Bom, irmãos, assim como o último assunto, achei interessante propor o tema das palhetas pois é um tema muito amplo e muito importante para o nosso objetivo de adequar a sonoridade e o timbre dos saxofones da CCB. Acho interessante que os irmãos que tem um bom conhecimento do assunto expliquem as diferenças que materiais, tipos de corte, etc fazem e alguns modelos de palhetas que se encaixam ao nosso contexto musical do saxofone erudito.

Victor Alves:

Só mais um acréscimo ao meu texto de introdução ao assunto... creio que seria muito bom os irmãos deixarem claro os modelos e tipos de palhetas que NAO devem ser usados na orquestra kkk       

                

Ezequiel:

Pensei nisso agora... Quais não devem ser adotadas..rs 

                      

Giancarlo:

poderemos falar sobre isso..                        

como o ir. Vitor entrou num assunto interessante sobre cortes, vou explicar sobre as palhetas Vandoren, pois sempre geram dúvidas em relação aos modelos.                        

-VANDOREN TRADICIONAL:

Esta palheta foi concebida para produzir uma qualidade de som extremamente puro, devido a uma ponta de palheta muito fina (a área da palheta que apresenta a máxima vibração), equilibrada com uma coluna vertebral sólida (maior quantidade de cana na área que sobe gradualmente até ao calcanhar).

As Tradicionais apresentam a ponta mais fina, com o “coração” mais espesso, resultando numa articulação viva de sonoridade cheia e escura.                        

 Victor Alves:

É uma boa, os tipos de corte é um conhecimento que falta a maioria dos saxofonistas da CCB

                       

Giancarlo:

-VANDOREN V12

O sucesso de 25 anos das palhetas V•12 no mundo do clarinete permitiu-nos transpor os seus pontos fortes e vantagens para o universo do saxofone. Com uma emissão bastante precisa, um timbre homogéneo em qualquer registo, agudos controlados, um som quente e aveludado, estas novas palhetas proporcionam possibilidades excepcionais.

Produzidas a partir de cana seleccionada nas proporções exactas, as palhetas V•12 têm uma extremidade mais grossa, apresentando um corte de superfície maior, quando comparadas com as Tradicionais.

Mais superfície origina uma zona de maior vibração, resultando num som mais profundo e agradável. A ponta mais grossa dá mais consistência ao ataque, ao mesmo tempo que aumenta a durabilidade da palheta.                        

 

-VANDOREN JAVA

Desenvolvida em 1983 para jazz e música popular. Apresenta uma extremidade mais grossa e uma lingueta* mais flexível do que a palheta Tradicional, o que permite a vibração sobre uma área de superfície maior com um máximo de elasticidade.

Este tipo de coluna vertebral dá ao músico uma maior flexibilidade de toque, como resultado do facto de a zona de elasticidade ser muito grande.

As palhetas JAVA são mais flexíveis que as Tradicionais e as V16 vibrando numa longa superfície e criando uma sonoridade brilhante com resposta imediata.

 

* Lingueta: zona onde as ondas se propagam com maior amplitude. A partir da ponta, as ondas são mais absorvidas na palheta JAVA.                        

 

-VANDOREN V21

Esta palheta, cuja casca não é raspada, é a primeira palheta para saxofone de formato cónico.

Com a V21, obterá uma sonoridade de grande pureza, particularmente quente e centrada, ainda assim mantendo uma projeção excelente. Esta palheta permite uma articulação precisa e maior facilidade na mudança de registos.                        

 

-VANDOREN JAVA FILED RED CUT

A principal razão para a concepção da JAVA “Filed - Red Cut” foi a de oferecer aos músicos maiores possibilidades sonoras, ainda que mantendo as mesmas qualidades do universo JAVA.

Mais flexível que a sua antecessora, com um pouco mais de corpo, a JAVA “Filed - Red Cut” proporciona uma sonoridade plena, rica, centrada,

garantindo uma projecção excelente e um ataque extremamente preciso.

Fazendo parte da família de palhetas JAVA, a JAVA “Filed - Red Cut” apresenta um corte completamente novo. É também a primeira palheta Vandoren para jazz e música popular cuja casca é raspada. 

                      

-VANDOREN V 16

Lançada em 1993 para dar resposta à procura de alguns músicos de jazz americanos (uma JAVA com ainda mais madeira).

A V16 possui uma ponta mais grossa do que as palhetas Vandoren tradicionais e uma lingueta mais comprida.

Som: maior luminosidade, maior percussão, particularmente bem adaptado a todos os novos estilos de música.

As palhetas V16 têm o “coração” de espessura média (mais do que a JAVA mas menos do que as Tradicionais) com um perfil desenhado para produzir

um ataque forte de sonoridade rica e profunda.  

                     

-VANDOREN ZZ

Desenvolvida em 2002, a palheta de jazz ZZ é de resposta imediata sem sacrificar a tonalidade brilhante necessária para este estilo de música.

O equilíbrio perfeito confere-lhe uma coloração sonora extraordinária, resposta excelente e grande durabilidade.

As palhetas ZZ combinam o “coração”, de espessura média, a “espinha” e a ponta arredondada da V16 com a superfície flexível da JAVA, concedendo ao músico uma sonoridade rica, colorida, com resposta rápida.                        

 

INFORMAÇÕES RETIRADAS DO SITE VANDOREN

José Carlos Café:

Irmão Giancarlos ou demais. O uso de uma palheta "voltada" para o Jazz como a Vandoren Java altera tanto a sonoridade? Assim como é o caso da boquilha.   

                    

Giancarlo:

então, irmãos... toco com Vandoren Tradicional                        

é uma palheta que eu gosto muito.                        

gosto tb da Reserve.                        

 

Berg:

também uso a Jumbo Java          

             

Giancarlo:

a Java tem um corte que eu pessoalmente não gostei do som resultante (para mim).                        

vai de gosto                        

 

José Carlos Café:

Para fins ccb a Java é ruim?            

           

Deivison Anjos:

Fiberred . Legere etc .. quais as qualidades técnicas delas ? 

                      

Jeferson Baroni:

maravilha essas duas de fibras hjeim... uso as duas...

Recomendo... a Legérè Signature

e a Fiberreed Hemp ou Natural Classic    

                   

Deivison Anjos:

Queria entender mais sobre as sintéticas .. 

                     

Fernando Moura:

A paz de Deus  caros irmãos, aos novos sejam bem vindos.

Sou o Fernando Moura Reg. Santana - SP                        

Quanto a palhetas, sempre gostei do som da Vandorem.

Por comodidade, usava a Java, Red e ZZ, nesta ordem, por entender ser mais fácil para emissão do som.

Apos uma análise pelo foco da busca pelo som erudito, avaliando inclusive as descrições do próprio fabricante, que apresenta estas 3 linhas para jazz e popular, passei a buscar a vandorem tradicional.

Estou me adaptando, mas o som é mais encorpado   e. Escuro, entendo que realmente timbra mais com nossos instrumentos.

                                                 

15 99628-2131:

Bom já usei, várias palhetas plasticover, rico, fibracel, agora  estou usando rico reserve na minha opinião uma das melhores.

                       

Kelvin Souza:

Irmão  Gian,  qual o irmão  está  usando atualmente? 

                      

Filipe Lima:

É, sim rico reserve, vandorem tradicional,  gosto muito, é um ótimo investimento fiberred e legere são mais caras de fibra

                       

Ezequias Ferreira:

E Fibracell é igual a fiberred?     

                  

Filipe Lima:

O som de um instrumento com uma boa boquilha abertura 7 e uma dessas palhetas fica excelente escuro macio                        

São de fibras mais a fiberred é mais trabalhada    

                   

Ezequias Ferreira:

Ok                        

 

Filipe Lima:

É uma fibra diferente                        

Na verdade o som do bambu é mais original                        

Aveludado,  o q eu acho excepcional um músico tirar um som como no vídeo acima no sax alto,  é aquela coisa tem q ter um instrumento bom bem reguladinho sem vazamentos uma boa boquilha, palheta e dedicação do músico                        

É verdade tbm não      

 

Deivison Anjos:

Esclarecedor..

                                                

Paulo Romão:

Alguém. Ja usou frederik. Hanker. ou Alexander?  

                     

Jeferson Baroni:

EU JÁ... É ÓTIMA PALHETA RICO FREDERICK HEMKE... SOM AVELUDADO E BOA RESPOSTA

                       

Paulo Romão:

Hoje eu uso. Lavoz. E Frederik 2 e alexander 

                      

Marcos Alexandre:

Ja usei a Frederick Henck muito boa                        

La voz acho excelente  

                     

Giancarlo:

rico reserve é muito boa mesmo                        

No barítono Vandoren Tradicional 3 1/2 e  no alto Vandoren V12 3 1/2                        

na minha opinião, embora durem mais, a fiberred, fibracel, legere são mais caras e não timbram como eu gostaria na banda sinfonica

que eu toco nem na orquestra da CCB                        

Não conheço nenhum saxofonista erudito que toque com palhetas sintéticas.

 

Osnir Leandro:

Também uso a vandorem, usava no início a plásticover, mas o som fica metálico, um professor mim indicou vandorem. gostei muito sempre indico para os músicos 

                      

Filipe Lima:

Irmão marcos e como ficava essa mistura? 

                      

Tiago Silva:

alguém já usou González?                  

     

Ezequias Ferreira:

Já,  Acaba rápido                        

 

45 9925-5598:

ja usei a González plasticover Vandoren JAVA

Mais gostei mais da vandoren tradicional e aos alunos nossos do GEM indico essa pelo som mais aveludado que proporciona.                        

 

Victor Alves:

Eu já tentei algumas, rico, rico Royal, fibracell, Vandoren java... mas sempre acabo voltando pra Vandoren Tradicional (azul) kkk                          Mas tenho curiosidade de testar a Reserve    

                   

Deivison Anjos:

Eu tbm vou testar ..                        

Já usei a Java e a tradicional Vandoren..                        

Vou ver uma reserve pra testar .        

               

Leonardo:

Ir. Miqueias, qual o numero da vandoren q vc utiliza na yamaha 5c? 

                      

Marcos Salviano:

A paz de Deus também já testei algumas palhetas atualmente utilizo boquilha Selmer s80 c* e palheta rico reserve e recomendo, para meus alunos que tem menas condições quando estão no início dos estudos recomendo a rico

                        

Silone:

no barítono eu usava a vandoren original 2 do contra clarone com uma boquilha ton krisley do sax baixo A5                        

Santo Deus... ficava agradável aos ouvidos...

                      

MIqueas:

A paz de Deus, eu utilizo uma VAndoren Z2 com voquilha yamaha 5C. Ja utilizei a Gonzales e particularmente gostei dela, mais ainda prefiro a Vandoren.        

               

Giancarlo:

muito bom ir.David                        

                       

MIqueas:

Também só indico Vandoren aos alunos nº 2                        

                       

Osnir Leandro:

Tb uso a 2 na boquilha 5 yamaha   

                    

Tiago Silva:

a Paz de Deus

Experimentei

VANDOREN

Tradicional

V16

Java

Java red

Jazz

Rico

Select jazz filed/unfiled clássic

Frederick henk

La voz

Grand concert

Alexander

Rigotti

González tradicional

González red

González local 627

 

Professor Giancarlos, gostaria que o irmão falasse sobre ajuste de palheta, as vezes compro uma palheta e parece que num ta legal,...

 

Falta experimentar da VANDOREN a v12 e a v 21, o irmão tem um parecer sobre elas.

Deus abençoe a todos excelente noite.                        

 

Filipe Lima:

A Paz de Deus, Ir. Giancarlo, a respeito das abraçadeiras de couro oq o irmão me diz, são boas, influência em algo especial?  Vale a pena o investimento?

hinos 1-22-176-274-286-260
00:00

hinos postados pelo Ir. Jeferson Baroni

sax alto e tenor.

Marcos Salviano:

Som lindo mas as articulações fogem do que devemos utilizar como referência para nossos alunos  

                     

67 8100-0881:

O propósito  do erudito/sacro ainda é  diferente disso.

                        

Henrique Nicola:

E ainda usam o glissando ou o famoso quéém. ....que não fica bem para os nossos hinos. .

hinos
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hinos postados pelo Ir. Deivison Anjos

hino 204
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Esdras Lovo:

Queridos Irmãos, 

 

Com o devido respeito aos irmãos,  o  áudio de sax tenor e alto acima postado não se amoldam ao estilo erudito-sacro.

 

Articulação inadequada.

Vibrato excessivo.

E o pior: floreado.

 

Ir. Gian, se o irmão puder,  favor postar audios que são referência do erudito e devem usados como parâmetro para a CCB.

DQA    

                   

Samuel Santos:

Concordo                        

Nada contra mais isso não. Acrescentará em nada                        

O que temos que hoje é realmente tirar esse pensamento de articulação inadequado vibrato que não pode é infelizmente o que a gente mais vê no nosso meio                        

Pena que tem irmãos que alimenta esse modo de tocar com vibrato apogiaturas                        

Isso não se enquadra nas nossas orquestra     

                  

Giancarlo:

Ainda não consegui ouvir o áudio que os irmãos estão comentando..na oportunidade ouvirei e comentarei.

hino
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hino postado pelo Ir. Giancarlo

Deivison Anjos:

Apdd os áudios mandados por mim . Se encaixam no contexto de que nos temos que se encaixar na mesma tecitura ..  

 

Seria um exemplo dos hinos que nos é bem familiar . Tocados no estilo sacro / erudito

                       

Giancarlo:

Maravilha, irmão Deivison. ..excelente colocação, bem lembrado! 

                      

Filipe Lima:

Sonoridade, harmonia, melodia ritmo, perfeito, isso é tocar saxofone 

                      

Samuel Santos:

Agora este que vou postar eu mesmo gravei o maestro ir Rubens Regional do Aracilia domingo passado ensaio técnico no PQ Guarani   

hino 61
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hino postado pelo Ir. Samuel Santos

Olha a sonoridade 

                                                                                                                          

Gledson Nast:

Estilo Erudito não é pra qualquer um                        

Principalmente para os "famosos"  

            

Valdeci Janeri:

Caros Irmãos. Não sou advogado dos irmãos que estão tocando no áudio citado, mas suponho que usaram essa forma de tocar, especificamente para gravar o CD. Tenho quase certeza que no conjunto da orquestra da CCB eles tocam dentro das nossas normas, mesmo porque o irmão Jeferson Baroni, que está tocando o sax tenor, é encarregado de orquestra e Cooperador de Jovens. Inclusive ele entrou nesse grupo recentemente.    

                                            

Ezequiel:

Perdoe caríssimo irmão, mas a velocidade está excelente...  No hino 33e, podemos tocar até um pouco mais largo que isso, pois a mínima é  de 112 batidas por minuto e acredito que estão  na média... Claro que pode ir um pouquinho mais.

                        

Ezequiel:

Me corrijam se eu estiver errado                        

Entendi                        

 

Esdras Lovo:

Caro ir. Valdeci,

A paz de Deus !

 

A capacidade musical dos irmãos que gravaram o áudio é inquestionável.  São músicos excelentes.

Mas se o irmão permitir, gostaria de fazer a seguintes observações:

1. Nesta Obra gloriosa devemos buscar a simplicidade,;

2. Devemos tocar com som puro, sem efeitos com o objetivo de louvar a Deus;

3. Nem todos conseguem discernir tudo isso;

4. Exatamente por conta desse contexto, devemos tomar cuidado com o exemplo.

5. uma gravação feita por um encarregado vai ser copiada por diversos musicos e aprendizes.

6. Portanto, na minha modestíssima opinião,  todo zelo e cuidado é pouco.

7. Creio que devemos manter a mesma postura cristã nos cultos e fora deles.

8. A busca pelo som erudito do saxofone vai trazer muitos benefícios à Obra de Deus.

Deus abençoe querido ! 

                      

43 9986-6074:

resumindo o efeito da música sacra e seu objetivo...

a música de se louvar a Deus deve chamar à atenção dos ouvintes a Deus e não à música.

Por isso ela deve ser pura, sem efeitos... desprovida ao maximo da identidade do interprete.   

                    

Valter França:

Santo Deus!       

                

Esdras Lovo:

Prezado ir. Henrique,

 Concordo.

Uma rotina de estudos diários é essencial para uma formação musical sólida.

 

Giancarlo:

irmãos, acabei de ouvir o áudio de saxofone...bonito o som, bem tocado, mas concordo com o ir Marcos, Esdras, Henrique e demais em gênero, número e grau.... Não é a proposta do que precisamos para tocar em nossas orquestras. Respeito o trabalho, a técnica, o irmão que gravou... geralmente são excelentes músicos, mas o estilo não está adequado ao estilo erudito que o saxofone precisa ter para tocar nas orquestras da congregação, e com o ideal que compartilhamos nesse grupo.   

                    

Orlando Jr.:

A sonoridade do áudio do pq guarani está excelente, mas pelo menos pro q a irmandade esta acostumada aqui na minha comum ta muito lento                        

Sou de sp minha comum era o pq guarani, meus tios moram ai e fazem comum no pq guarani até hj, eu atualmente resido em salvador a 13 anos             

O andamento creio q seja mais questão de região, se tocar essa velocidade aqui, a irmandade mesmo reclama, como nossa função é auxiliar então atendemos.                        

Isso digo q é uma solicitação geral, das irmãs idosas q não faltam ensaio até o próprio ministério da palavra local  

                     

Henrique Nicola:

Reflexão: O dom da música.

É comum ouvirmos na igreja: nossa irmão que dom bonito o irmão tem! Se Deus me desse um pouquinho dessa porção já estaria bom.

Irmãos, o dom da música não é um "dom pronto" que chega e sai tocando maravilhosamente bem. É um dom granjeado, uma pedrinha pequena e  feia que recebemos e temos que começar a polir. Se Deus vê que estamos granjeando e cuidando desse dom, se com nosso esforço fizermos a pedrinha feia que Ele nos deu ficar bonita, Ele começará dar mais dessas pedrinhas, e ainda maiores, e, de repente, o nosso dom começa a ficar grande e bonito.

Então eu gostaria de que os irmãos refletissem: quando ver alguém tocando muito bem, pensem: é Deus na vida dele, mas também são muitas horas de dedicação e estudo polindo e granjeando o dom que Deus deu. Ao invés de falar: quem me dera eu tivesse um pouquinho desse dom, programe um tempo do seu dia pra sentar, estudar e começar a polir esse dom que Deus nos deu.

Granjear o dom da música não é ficar tocando, não é tocar em um ensaio ou culto. Esses são os frutos. O granjear é sentar em uma cadeira e dedicar tempo (a quantidade que cada um conseguir) pra estudar.

Pensem nisso.

Deus abençoe a todas.     

                  

Davi Caxias:

Caros, a paz de Deus.

Estou em viagem de férias essa semana, pouco tenho participado, mas tenho lido tudo e ouvido todos os áudios.

Respondendo ao irmão Valdeci.

Veja bem, meu irmão, o saxofone é um instrumento com uma carga do estilo popular muito forte.

Vimos aqui diversos comentários que reiteram essa afirmação. Diversos irmãos pensavam o saxofone como uma invenção do jazz.

O irmão Zé Carvalho já mencionou em diversas ocasiões que nas principais universidades públicas que possuem o curso de música, não existe uma cadeira para saxofone erudito.

Chegamos ao cúmulo de ouvir de compositores da atualidade dizerem que o saxofone é instrumento de cabaré.

Nosso objetivo é divulgar o som do saxofone na sua originalidade e propósito, que é a música de concerto.  

Tudo isso porque acreditamos que essa sonoridade é a que a melhoe se enquadra no estilo sacro.                        

Dito isso, chamo atenção para os irmãos encarregados e instrutores saxofonistas.

Amados, quer queiram, quer não queiram, esses irmãos são formadores de opinião. São exemplos, que mesmo que eles não queiram, o músico olha e segue.

Irmãos que ocupam encargos e ministérios receberam um chamado para o louvor na Congregação, como os levitas outrora exerciam.

Agora que receberam as boas novas, os líderes das orquestras devem procurar se guardar dessas coisas. Gravações que divulgam o estilo popular influenciarão cada vez mais os nossos músicos, ainda mais quando feitas por irmãos que ocupam ministério ou encargos na obra.                        

 

Ezequiel:

Verdade meu irmão!                        

 

Henrique Nicola:

BRAVO. .....irmão Davi. ..sábias palavras Deus te abençoe. ...

                        

Davi Caxias:

O irmão Deividson enviou dois áudios maravilhosos, boas referências para o estilo sacro.  

                     

Ezequiel:

Os irmãos que participaram da gravação estão no grupo?    

                   

Davi Caxias:

Amém irmão Henrique.          

             

21 99219-5758:

Deus abençoe, sábias palavras.      

                 

Josué Jr:

Irmãos apaz de DEUS!!!!

Qual é o assunto vigente mesmo?

Já encerrou o assunto atual?

Estamos desviando o foco principal e infringindo as regras do grupo... 

                      

Acho que ainda deve ser sobre palhetas.

Irmãos vou apenas expor a minha experiência sobre palhetas, iniciei no sax barítono com boquilha original e palheta plastivover, sem nenhum orientação técnica de uma pessoa com conhecimento acadêmico e fui na base do achismo... mais meus irmãos sempre me preocupei com o som do meu sax barítono como já disse aos irmãos tive a oportunidade de ter um professor em casa, meu papai é Regional e sempre me dizia "esse sax barítono tem que ter som de cello", e me lembro que na época a palheta vandoren era já cara custava aqui na cidade mais ou menos 40/50 reais isso à 15 anos atrás e foram muitas palhetas para achar um som agradável, depois que experimentei a Vandoren Tradicional, não quiz mais saber da Plasticover e foi indo, comecei com a tradicional num 2, depois 2.5 e depois a 3 e acabei com o decorrer de vários anos experimento as palhetas sintéticas: Bari, Fibracell, Légerè, Fibereed, Forestone...

E hoje meus irmãos não consigo tirar um som que me agrada para o nosso propósito dentro da nossa orquestra com a Vandoren, atualmente eu toco com uma Boquilha Vandoren V16 B5 com palheta Fibracel num 3 ou 3.5, totalmente  a contra mão do que os irmãos estão propondo aqui... mais é aquilo que os irmãos já falaram muito aqui.... ADAPTAÇÃO... o que é bom pra mim pode não ser bom para vc....

Concordo com o que os irmãos estão falando sobre todas as palhetas e tbm acho que a Vandoren é a mais apropriada para o estilo de música dentro da nossa orquestra...

Já tentei várias vezes pegar as minhas palhetas Vandoren e colocar nas minhas boquilhas e tentar achar o som delas denovo... mais não consigo e acabo voltando para a Fibracell.

Qto ao custo irmãos das palhetas lógico algumas sintéticas são bem mais caras do que as de cana, exemplo da Légerè e a Fiberreed para sax barítono que custam respectivamente entorno de 190/250 reais, daria para comprar uma cx de palheta natural.

Hoje temos uma variedade enorme de palhetas no mercado para todos os estilos e gosto, o que devemos nos preocupar é com o resultado final....

Me perdoem eu achei que o assunto era tocata, gravação de áudio, etc...

Foco pessoal!!!          

             

Orlando Jr.:

Palhetas                     

  

Luís Carlos:

Minha experiência é parecida com a do irmão.

Não consigo um som legal com a vandorem. Acho muito dura. Até a 1,5 fica pesada.

                        

Deivison Anjos:

As palheitas de bambu de modo ecumênico.. tendem a precisar ser amaciadas .. deixar dentro de um copo com água por dez minutos depois tirar o excesso de água.. os irmão Giancarlos, que numa publicação colocou usa vandoren  .ou outros que usam a vandoren pode dar umas dicas para amaciar as palheitas e a vida útil delas .

.                        

Luís Carlos:

Embora note que o som da vandorem é mais escuro, mais adequado ao timbre proposto.                        

Seguindo recomendação venho insistindo. Mas, é tocar com uma plasticover, ou mesmo fibracell, que consigo um som melhor.                        

Aproveitando o gancho,  quem poderia sugerir uma palheta com características parecidas com a da vandorem, porém mais 'leve'?                        

 

74 9929-9202:

Não sou profissional, mais eu particularmente acho parecida a Rico Royal ou Reserve, porém bem mais leve.

O único problema a Rico é questão dela umedecer muito rápido                        

ApdDeus com todos.

comentário Ir. Fernando Moura
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Fernando Moura:

Perdoe, nem perguntei se o recesso Valeria para hoje ou não.

Perdoem por poster no feriado.

Amanhã comentaremos mais.

Deus abençoe.

                 

Esdras Lovo:

Excelente ir. Fernando Moura !!!

Devemos reaprender.

Devemos abrir nossa mente para o novo.

Devemos ter paciência com nós mesmos.

Devemos romper paradigmas equivocados.

Diante da luz, cessa a escuridão ...       

                

Marcos Alexandre:

Irmãos..já toquei com varia palhetas...e me prof irmão Paulo aqui do grupo me indicou a "Lá voz , a Alexander Superior, e Frederick Henck"...gosto muito delas

Vandorem tradicional também é muito boa.

                        

Osnir Leandro:

Depende muito da boquilha também                        

Deve também quando terminar de tocar secar a palheta e guardar fora da boquilha  

                     

Henrique Nicola:

Descarta. ...

Paulo Romão:

A paz.  de Deus. E quando. a palheta. Enpena. qual. A solução. Tem uma.dica. 

                

Henrique:

Existe umas prensinhas para se guardar as palhetas que ajudam bem. ...mas se empenou. ....descarta

                       

Paulo Romão:

Quando. Ela enpena umideça bem e colocar. em. Uma base. Plana. de preferência. De vidro. Vc recupera ela. Veja a foto acima

Os irmãos. Dos saxofones. Ja perceberam. Os 3 primeiros. Hinos os sax ficam com o som. Muito. Elevado. Só no 4 hino melhora a qualidade. Do Som. Quando. Chegarem na igreja. Molhe. Do meio. Até. A ponta.  Deixe. Na base plana da pia uns 2minutos.  A qualidade. De som é boa a altura. De som fica boa tanto nos graves. E nos agudos.         

E ai não. Perdemos a palhetas que. Está. Muito. Salgada                       

                       

Tiago Silva:

Paz de Deus!

Digníssimos, quer aki fazer uma consideração antes de prosseguir no tópico em pauta.

 

Creio que será normal nós  relacionarmos assuntos já abordados,  tenho a impressão que esse trinômio boquilha +palheta+sonoridade, estão intrinsicamente ligados, exagerando quase que inesgotável esses assuntos e tópicos sugeridos pelos irmãos,  claro respeitando as regras do grupo.

 

A respeito do áudio que foi postado, acho q até gerou uma certa polêmica, o comentário do irmão Giancarlos foi bastante sensato, elogiando a sonoridade,  respeitando o trabalho, mas com todo cuidado e ética expondo que não eh o ideal para o nosso conjunto.

 

Temos crescido muito com o grupo, e acho que está ficando cada vez mais claro a diferença entre o que podemos e o que devemos fazer no conjunto musical da congregação, lembrando o que Paulo disse, tudo me é lícito, mas nem tudo me convém, como bem disse o irmão Valdeci, também não sou advogado dos irmãos que gravaram, mas segue aí meus parabéns.

 

Não perdendo o foco, mas a de ressaltar a diferença do culto público e do particular.

 

Ex: tocarei eu mais um sax e um teclado em louvor ao nosso Deus, perfeito, louvor particular.

 

Tocarei no culto público Paulo também ressaltou a necessidade de ordem, transportando para o ambiente da nossa orquestra, sigo as regras os ensinamentos.

 

Perdoem a pequena bifurcação tomada.

 

A respeito de palhetas, já experimentei:

VANDOREN

Tradicional

Java

Java ref

Jazz

V16

Falta a v12 e 21 as quais To tendo uma dificuldade em encontra las.

 

Rico

Royal

Básica

Classic

Frderick Henk

Grand concert

La voz

 

Alexander

 

Rigoti

Tradicional

Jazz

 

González

Tradicional

Ref

Local 627

 

Vou expor aki minha preferência, muito embora meu setup não se enquadre no erudito, segundo nossos professores.

To usando uma boquinha Meyer Câmara média, dentre essas que eu experimentei, me senti muito confortável com a González local 627, que p ir sinal ta difícil de encontrar, pagava incrível $10,00.

 

Assim como a boquilha, só opino no que eu experimentei.

 

Quero partilhar com os irmãos uma aula que tive com o professor Samuel Pompeu da escola Municipal de música de São Paulo alguns pontos que eu lembro.

 

Segundo ele usava VANDOREN, todavia ultimamente Tava encontrando dificuldades, comprava uma caixa com 10, infelizmente não tinha um aproveitamento  considerável das 10, algo normal, creio que o processo eh industrial, Tava faltando equilíbrio.

 

Pesquisando, até fazendo um paralelo com os oboistas, que fazem suas próprias palhetas, ele identificou alguns pontos que indicam um melhor aproveitamento  das palhetas que ele comprava, então passou a escolher suas paletas visualmente,aí vem uma pequena dúvida, como olhar esses pontos na VANDOREN se elas vêm lacradas?

Farei um parênteses aqui, faz se necessário,  ele toca na soundscape  (bigband), todavia postarei um link de um vídeo dele abaixo, tirem suas conclusões.

 

Ressaltou nesse encontro a necessidade de nos aprendermos a ajustar nossas palhetas, inclusive encontramos ferramentas para isso no mercado, inclusive da VANDOREN (irmãos professores em momento oportuno poderiam falar sobre isso?)

 

Onde eu trabalho recebemos VANDOREN Tradicional, infelizmente as últimas  que recebi não estavam equilibradas, como não sei ajustar, tive que troca las, procuro olhar as paletas antes de compra las, postarei abaixo uma ilustração do principal ponto passado por ele.

 

Amados também sou um estudante de sax, por favor, não quero criar um octógono aqui no grupo, quer só agregar a esse belo ambiente de troca de experiências.

Não To falando para ninguém tocar com x ou y, respeito e considero a opinião de todos.

 

Quero também lembrar as dificuldades que os alunos encontram com aquisição de palhetas,  tanto em relação a preço como a falta de opções, Vc quer a Preta a azul a Verde ou a royal?

Então se alguém souber de alguma loja com variadas opções por favor posta aí, costumo comprar na plander acho q eh em Curitiba e em São Paulo no armazém do sopro....

 

Aproveitando o feriado para opinar.

 

Deus abençoe!

comentário Ir. José de Carvalho
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comentário Ir. Evandro Domingues
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José de Carvalho:

Maravilha irmão Evandro.

Esse é o caminho.

​

Bruno Camargo:

A paz de Deus meus irmãos!
Conversei com o irmão José e vou tentar dar a minha opinião sobre palhetas baseado nos melhores saxofonistas e professores do instrumento que conheço.
Nosso foco é a música erudita, música de concerto/clássica.
Bom, a palheta mais utilizada com certeza e a Vandoren tradicional (caixa azul). Além dela, as mais utilizadas para o saxofone clássico, são: vandoren v12, vandoren v21, rico reserve e também selmer.
Irmãos, essas são as palhetas.
Nunca vi ninguém usar algo diferente disso, se o assunto for música clássica para saxofone.
Aliás, já vi Delangle usar légère e manter o mesmo som puro e tudo mais, mas quero dizer que Delangle é professor do Conservatório Nacional Superior de Música e Dança de Paris (primeira escola de saxofone do mundo).
Nós poderíamos entrar na questão de nos sentirmos mais confortáveis ou qualquer outro tema assim, mas a questão é, este é um grupo pedagógico em que todos estamos aqui pra aprender.
Era isso, espero ter ajudado, mas pra quem quer estudar saxofone clássico, eu recomendo a vandoren (os três tipos que já citei), selmer e Rico réserve. Além dessas, nao conheco saxofonista clássico que utilize.
Vincent david (Vandoren v21)
Jean-Denis Michat (rico réservé)

Bom, é isso.
Lembrando que pra eles isso pouco importa pois o nível técnico é absurdamente alto.
Eu sigo com as minhas vandoren ou selmer pra tentar ter um bom som e é isso.
Não conheco as outras que os irmãos citaram e por isso não posso dizer que não presta. Apenas digo que nunca vi um saxofonista clássico utilizando.

​

Gabirel Demarchi:

Bruno qual Selmer vc acha compatível com a vandoren e a reserve nº 3?

​

Bruno Camargo:

Se for vandoren tradicional, 3 mesmo. A v12 e um pouco mais pesada.                        
Quem puder experimentar a v21                        
É espetacular

​

José de Carvalho:

Valeu meu caríssimo irmão !!
Deus lhe abençoe !

Também compartilho da vossa observação, também nunca vi nenhum Saxofonista da linha Saxofone Clássico/Erudito usar outras palhetas além dessas que citou..

​

Fernando Moura:

A paz de Deus irmãos.                        
Pouco contribuo, mas o assunto de ontem é muita comum nas localidades que acompanho o GEM.
Eu particularmente apoio os "googleiros", porem temos que analisar a confiabilidade dá fonte sempre.
Acima, o extrato dá descrição do importador das palhetas Ricco.                        
Percebemos que é um corte para som escuro, mas com a ponta modificada, esta "claridade no tom", para articulação  mais fácil, foge da nossa proposta.
Este recurso não encontramos nenhum tradicionais.
Por exemplo, a mesma Ricco, quando fala dá Reserve, fala sobre palheta densa, escura, sobria, jamais indicaria para Jazz.
Lado negativo dá palheta erudita: dificuldade na embora, exige um bom trabalho de base. Na nossa região, desenvolvemos um material para trabalhar com o candidato de 4 a 6 meses antes de pegar qualquer método.
Lado positivo dá palheta erudita: som sóbrio, adequado as nossas orquestras.

Observemos que a reserve também possui o corte francês, porém sem modificações, o que torna ela mais densa, realmente mais pesada, e com qualidade sonora adequada.
Percebemos que em momento algum o importador sugere para Jazz.
Volto a falar irmãos, tocar sax erudito não é tão simples, e na minha humilde opinião, o maior desafio, trabalhar a embocadura dentro dos parâmetros necessários.
Deus abençoe a todos.

​

José de Carvalho:

Meu nobre Regional !!
Agradecemos pela sóbria e excelente contribuição !!
Realmente o trabalho de base é fundamental.
Também compartilho da vossa observação, a grande dificuldade dos irmãos ao tocar com as palhetas indicadas para o Erudito, está na lacuna de não terem feito um trabalho de base, sopro, embocadura, respiração e etc...

Parabéns pelo trabalho desenvolvido na vossa região !!

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