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Boquilhas adequadas para a orquestra CCB e palheta sintética ou natural.
Qual o melhor custo/benefício
Proponente- Irmãos Vitor - Indaiatuba (SP)/ Ir. Josué Jr. - Sorocaba (SP)

Giancarlo:

Irmãos João Vitor, Josué Jr. e Marcos Salviano, como prooonentes do assunto, poderiam dar início à discussão?  

                     

Victor Alves:

A paz de Deus, irmãos!

 Irmãos, esse tema me surgiu na mente primeiramente porque estou procurando uma boquilha que auxilie na sonoridade que estamos buscando. Porém creio que é de alta importância que todos nós sejamos bem entendidos sobre o assunto boquilha. Dou a mim mesmo como exemplo, a uns 2 anos eu comprei uma boquilha Ivan Meyer achando que seria ótima para tocar na orquestra e foi um grande engano. Não tinha conhecimentos a respeito de design da câmara, material, abertura, etc, e fui mais pela aparência do que por qualquer outra coisa... Foi uma perda de dinheiro e esforço pois para tocar uma boquilha de jazz num contexto sacro é um esforço muito grande e que não trás resultados muito positivos kkk atualmente estou novamento na boquilha padrão do meu instrumento. Além disso, creio que todos os instrumentos possuem uma parte que é essencial. No violino temos a alma que, além de sustentação para a estrutura, acrescenta um ganho imenso em sonoridade do instrumento. Faço uma comparação aqui dizendo que a alma do saxofone seria o conjunto boquilha-palheta. Logo gostaria que os irmãos que tem um bom conhecimento no assunto explicassem para todos nós os conceitos principais acerca da boquilha e suas características, e também algumas dicas sobre modelos adequados para a sonoridade que buscamos, creio que será de grande valia para todos esse tema! Deus abençoe a todos.  

                     

Irineu Pavanetti:

Amém, irmãos com relação a boquilhas,eu toco sax barítono a uns 14 anos, tenho 3 boquilhas,uma de metal e duas de massa, a de metal eu não gosto pois tira o som original do instrumento e muito estridente, mas uso a de massa a original o som fica perfeito,as vezes corremos atrás de marca, e acabamos tirando o som original do instrumento, que é muito lindo.

                        

Henrique:

Caríssimos. ...o irmão Vitor falou sobre alma do  violino  ......só pra informação. .o sax também tem alma. ..a chave do registro dos agudos tem dois orifícios que trabalham automaticamente. ..do La à cima é no tudel e do Sol abaixo é no corpo do sax. ......tire o tudel e olhe dentro do sax no orifício do registro verás um tubinho entrar mais pra dentro é justamenteh do registro dos agudos inferiores ao Lá. ....este tubinho os lutier chamam de alma. ....

                       

Roby Bastos:

ApdDeus olha só que show aprendendo mais uma ... Não sabia q sax "alma" tbm .... Muito legal ...                        

Quanto a boquilha no sax alto tenho uma Selmer de massa. Gostei demais não vendo ela não mesmo tocando Baritono agora ...rs... Confesso nunca gostei de boquilhas de metal, também não gostei nenhum um pouco da boquilha original que veio no meu sax ... Adquiri uma jafB9 gostei bastante ....                        

Ainda vou pegar uma Selmer  talvez demore um pouco RS                        

                    

Jonas Nicola:

Irmãos e quanto a boquilha Barkley classic? . 

                      

Victor Alves:

Deus abençoe pela informação, irmão! Nao sabia que chamavam aquilo de alma kkk acho que uma melhor jeito de me expressar seria que assim como para bater um prego usamos um martelo e não uma chave de fenda, para tocar sax erudito precisamos de uma ferramenta (boquilha) adequada para tal    

                   

11 99962-1290:

Amém,  passei exatamente pela mesma situação do irmao Victor a alguns anos atrás,  de cara percebi que estava sobressaindo da orquestra e logo voltei para a Selmer de massa.

Toco com a selmer até hoje, acho muito equilibrada e tem um som mais escuro.

Tenho uma otto link de massa tambem, mas na minha humilde opiniao ela puxa para um estilo mais pop.

Deus abencoe !   

                    

Valdeci Janeri:

É verdade irmãos. Comprei uma Selmer faz já uns 30 anos. Como aquele "aparelhinho" que vai atrás da boquilha não é aquelas coisas, procurando melhorar, nesse tempo já experimentei diversos tipos de boquilha (de metal, de massa), mas não tem jeito, volto pra a antiguinha Selmer de massa. Lembro-me que paguei caro, não sei nem qual era a moeda do país na época, pra falar valor, mas compensou.                        

Esse assunto que estamos agora (boquilha-palheta) é muitíssimo importante. 

                      

43 9129-4677:

A Paz de Deus a todos,sou o irmao Milton regional de Londrina,estou gostando muito dos assuntos sobre o saxofones,eu toco violino um dia em um ensaio chamei a atençao dos irmaos sobre o som desses intrumentos que estavam muito estridente,passava o som acima dos demais instrumentos,quando terminou o ensaio um dos irmaos que toca saxofone veio me chamamar a atençao dizendo que eu nao poderia ter chamado a atençao sem o devido conhecimento do instrumento,Deus apreparou de um irmao que tinha um sax em casa e me emprestou fiz o metodo do instrumento procurando sempre um som pianissimo,sofri bastante ate para me alimentar foi difissil mas consegui,eu acho que se todos se esforçarem um pouco o som dis saxofones na orquestra vai mudar em muito para o melhor,me perdoa Deus que os abençoe.  

                     

Valdeci Janeri:

Já segui orientações do Ivan Meyer, do Prof. Lander, mas não tem jeito, fico mesmo com a Selmer. 

                      

45 9902-5444:

Aproveitei dois vídeos postados por um companheiro nosso e postei os seguintes comentários no grupo de palhetas de nossa região

Repasso ao grupo assunto que postei em nosso grupo de Palhetas, sobre temas tratados em nossa aula técnica de madeiras segunda passada.                        

Pergunta para quem estava na aula técnica de Palhetas segunda:

Porque será não estão  usando boquilha de metal e palhetas plasticover ou de fibra? 

Observem a timbragem do grupo, os sons se fundem a medida que vai completando o naipe ( grupo).

O barítono tem som de saxofone, não está querendo imitar tubas. 

Esses são referências de sonoridade de saxofone erudito ( clássico).

15 99772-6015:

Irmaos sobre assunto boquilhas,procurando  sempre uma para melhorar o som como disse irmao Valdeci, experimentei boquilhas de metal som muito extridente,voltei nas de massa Meyer, BN , Otto Link, Barkley mas nao conseguia som que procurava, voltei com a Selmer c** agora nao largo mais, agora é so estudar   

                    

45 9902-5444:

Agora um exemplo de sonoridade pop, com características jazzística, som com efeitos, glissando, vibrato, verifiquem que todos tocam com o mesmo estilo, inclusive fazem uso de boquilhas diferenciadas oque um faz ou pensa todos estão na mesma comunhão ( =comum união) não é um músico no meio do grupo tocando diferente, a seu bel prazer.

A pergunta qual é o som que queremos, qual se encaixa com nosso estilo? Qual sonoridade queremos, tocamos na mesma comunhão?

Só relembrando nosso tópico de ensinamentos:                     

Não esqueçamos de uma palavra "grupo"

Quando tocamos em conjunto o que importa é o grupo.

Henrique:

Caríssimo irmão Valdeci. ...em referência à Ivan Meir   

           

Ivan Meyer e professor  Lander realmente são bons profissionais. ...porém  voltado para o Jazz. Pop. Etc... o  nosso som é voltado para o erudito e pra isso é necessário um equilíbrio instrumento  boquilha e palheta. ...claro técnicas e muito estudo. ...os fabricantes de boquilhas tem uma linha de boquilhas para cada segmento. ...não é só a marca mas também a especificação certa para cada segmento. ...Hoje estou usando a maioria dos  profissionais de erudito estão usando ou seja a mais recomendada Selmer Concept. ....toco sax alto. ...toco em também pra sax soprano. ..pra tenor ainda não tem estão trabalhando pra fazer. ...no barítono não sei se tem isso o irmão Giancarlo vai falar melhor pois é professor....existe também a Vandoren. ..existe outras mas vou deixar para os irmãos Carvalho e Geancarlo pois são profissionais no assunto. .....irmão Jonas meu querido irmão 2 vezes na fé e na carne. ...a boquilha barkley classic s é uma cópia da Vandoren. .vamos dizer que é genérico. ...é um produto mais acessível já que a Vandoren A 27 pra sax alto custa em torno de  $ 830,00 eu comprei  sábado  passado a Selmer Concept e paguei  $900,00 é o custo beneficio.     

   

Silone:

Amados, em relação as boquilhas as que não sejam estridentes e sejam de massa...

e as palhetas que não sejam caseiras e sejam de bambu...

     

Orlando Jr:

Paz de Deus, realmente boquilha precisa ser escolhida por estilo, podemos comparar com pneu, cada um tem estilo diferente e próprio, seja para terra, asfalto, asfalto molhado, então nesta questão devemos saber que a boquilha pode nos ajudar, tenho 5 boquilhas de marcas diferentes, uso a ton krisley a  mais de 10 anos, particularmente gosto muito, o metal pode soar estridente mas não é regra, exige sim adaptação pra obter o domínio e direcionar o som pro evento sacro, a nível de comparação temos muitos jazzistas na ccb com boquilhas de massa do que sacristas com boquilha de metal                        

Perfeita sua colocação, mas o nosso esforço maior precisa ser aplicado na conscientização dos músicos, num workshop que fiz aqui em salvador antes a maioria dos saxofonistas tinham como referências irmãos nossos jazzistas ou populares, logo qualquer boquilha na mão deles se torna uma ama pra música erudita                        

Boquilha é um assunto muito sensível, porque vai além do propósito, envolve educação, respeito, propósito, gênero, referências e orientação                        

Um jeep foi feito pra ser bruto, andar em lama estradas abruptas, mas é possível usar pra andar na cidade e obedecer todas as regras de trânsito, quem vai determinar é o motorista

                        

Davi Caxias:

Caros, não basta ser de massa... o mercado de . boquilhas para prática da música de concerto é bastante restrito                        

Temos uma relação das que são mais utilizadas por instrumentistas desse estilo 

                      

Kelvin Souza:

Irmãos toco saxofone alto,  atualmente como sempre desde que iniciei uso a boquilha da ton krisley,  uma tk jazz 7.

Toca praticamente há  10 anos e a uso nesse tempo,  tenho vontade de comprar uma selmer c*,  mais infelizmente não  tem um preço  acessível.                        

Mais está  será  a próxima  que irei comprar um dia,  e assim como várias  pessoas que conheço já  usam ela creio que não  sairei da mesma,  inclusive orientações  de profissionais  no erudito.

                       

Davi Caxias:

Ir Júnior. .. Ton Krisley é uma boquilha desenvolvida para prática da música popular. Por mais suave que o irmão possa tocar, não diria que é adequada para o nosso propósito

Note, não estou discutindo gosto pessoal. Gosto cada um tem o seu.

O grande problema é abrir precedente para que outros músicos continuem ou passem a usar boquilhas de metal.                        

Não conheço nenhuma boquilha de metal atualmente em fabricação que seja adequada para a prática da música de concerto.                        

Se o irmão encontrar algum profissional de música de concerto que esteja usando uma Ton Krisley, prometo que passarei a recomendá-la.                

Com todo o respeito.                

       

Orlando Jr:

No Youtube tem vários concertos com saxofonistas e entre eles boquilha de metal. Pra q esse ponto de vista seja vdd, nenhuma big band usaria boquilha de massa porque o propósito não é erudito, nenhum solista tb usaria boquilha de massa, enfim, é um assunto sensível e variante devido a interpretações, mas acho q podemos mesclar e fazer um bom trabalho na equalização dos saxofonistas ccbs                        

 

Kelvin Souza:

Toco em uma a mais de 10 anos e falo por experiência  própria pra mim é  uma boquilha excelente,  mais tem muita projeção  de som pro jazz,  pop e outros  é excelente apesar que consigo ter um bom domínio  mais pra erudito ela não  dá.                        

Força  demais exige muito fôlego  e domínio apesar de ser uma boquilha com bastante projeção  de som.

comentário Ir. José de Carvalho
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Henrique:

Sim caríssimo irmão só não tem o mesmo conforto e nem a mesma suavidade que um  ar                        

Carro tem. ...pra se andar com suavidade e conforto é   necessário um. Carro. ....pra se andar em estradas de fazenda ou no barro um jeep. ..por mais abil  que seja o motorista não conseguirá andar com um carro no barro como andaria com um jeep como também não conseguiria andar na cidade com um jeep com a mesma suavidade que andaria com um  carro 

                      

43 9620-2414:

Qual seria uma boquilha e palheta adquada para a musica sacra?                        

Muito bom exemplo ir.                 

      

44 9969-6368:

No meu sax alto uso uma Barkley 7.

Muito boa tanto pra sons brilhantes como aveludado também. . 

                      

Osnildo Carvalho:

Uma dúvida, meu saxofone alto é um yahama 62 com boquilha orginal 4c.

 

É interessante ou não?         

              

Davi Caxias:

Ir Osnildo... ter uma boquilha é melhor do que não ter kkkkk

Toda boquilha original é básica.. É só pra ter uma . boquilha mesmo.. É necessário adquirir uma

                        

Davi Caxias:

É melhor ter uma boquilha boa num instrumento não muito bom, do que uma bouquilha ruim num instrumento bom.

comentário Ir. Davi
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*Alguns modelos de Boquilhas apropriadas para a prática do saxofone (clássico) voltado à 

música de concerto (orquestra / música sacra CCB).

​

Saxofone soprano:

1.    Vandoren - S15, S25
2.    Selmer Concept
3.    Selmer Série C* S80
4.    Selmer Série S90 170
5.    Vandoren Optimum - SL3, SL4 e SL5

​

Saxofone Alto:

1.    Vandoren - A17, A20, A27 e A28
2.    Selmer Concept
3.    Selmer Série C* S80
4.    Selmer Série S90 170
5.    Vandoren Optimum - AL3, AL4 e AL5

​

Saxofone Tenor:

1.    Vandoren - T20
2.    Selmer Concept
3.    Selmer Série C* S80
4.    Selmer Série S90 170 até 200
5.    Vandoren Optimum - TL3, TL4 e TL5

​

Saxofone Barítono:

1.    Selmer Série C* S80
2.    Selmer Série S90 170 até 200
3.    Optimum - BL3, BL4 e BL5

​

Palhetas indicadas para as boquilhas relacionadas acima

Vandoren Tradicional - números: 2.5 / 3.0 / 3.5

D’addario Reserve - números: 2.5 / 3.0 / 3.5

​

Outras boquilhas de modelos similares para a prática da música de concerto (orquestra /música sacra):

a   Eugene Rousseau modelo Classic “R” e modelo New Classic
a  Jaf (linha erudita)
a  Barkley (linha erudita) “Classic S”

​

Nota: Para obter o som puro do saxofone, além da embocadura apropriada, respiração correta e boquilha indicada é necessária uma combinação de boquilha e palheta com numeração adequada para essa boquilha (conforme exemplo citado). É importante também colar uma almofada (adesivo gelatinoso colado onde se apoiam os dentes sobre a boquilha no bisel). Além do conforto e de interferir diretamente na sua embocadura e sonoridade, este adesivo amortece a vibração na boquilha produzida pela palheta, principalmente nos instrumentos mais graves (tenor, barítono, baixo e contrabaixo). As horas de estudo somadas ao longo do tempo podem afetar a dentição superior causando enfraquecimento e soltura da raiz dos dentes.

Victor Alves:

Algum irmão aqui utiliza a Selmer Concept para sax alto? O Davi ta utilizando a concept pro soprano mas queria uma opinião de quem usa no alto.   

         

José de Carvalho:

Irmão Victor eu uso...                        

Veja o som...                        

Perdoe não é um hino, é um trecho de uma obra que estou estudando....

Apenas para demonstrar a sonoridade...

José de Carvalho:

Atenção para o staccato duplo...(parte rápida)  

                     

Valdeci Janeri:

Acho que até a abraçadeira tem influência na sonoridade. Parece-me que essas de couro deixam o som um pouco mais macio.                        

Os irmãos de Itapeva tiveram aula técnica de sax no último domingo. Infelizmente não pude ir, tinha Ensaio pra atender no mesmo horário. Os irmãos que estiveram nessa aula poderiam nos falar alguma coisa sobre esse assunto.

 

Orlando Jr:

Ir José pra aprofundar sobre a tec, questão de erudito... O sax nem foi feito pra esse estilo concorda? De todos os instrumentos homologados pela ccb é o mais "prejudicado" porque nem toca no seu estilo e nem faz a sua parte fim, nas duas situações mudamos pra se adaptar ao estilo erudito, a boquilha seria mais uma adaptação, tudo bem, aceito o ponto de vista que a boquilha de metal não tem o som fechado, nem tem timbrado nela a categoria erudito conforme algumas de massa, afinal é o mundo comercial ainda não atendeu essa parcela... Quando falamos de precedência, estamos generalizando todo um conjunto, a ideia que passa é a exclusão geral das boquilhas de metais... Antes da popularização das boquilhas de metais já não tínhamos problemas de intensidade no saxofonistas? Deficiência de timbre? Sobre gosto pessoal,  realmente não há como falar de algo bem ou mal se ter experiência então digo pela experiência que tenho a mais de uma década com boquilha de metal, quando nem popular dentro da ccb era, que é sim uma boquilha que atende nossas necessidades pro propósito erudito, vai servir pra todos? A resposta é não! A de massa vai resolver a sonoridade e intensidade? Não sozinha, precisa muito de conscientização, educação musical! Não me adaptei pra de metal a de massa vou me adaptar? Resposta, talvez! Assim como a boquilha o instrumento em si também é passível de adaptações que não vai se adequar a todos   

                    

Roby Bastos:

Irmão Valdecir complementando ou melhor afirmando o que ir Flávio disse ... Aula show muito valiosa ... De muita importância ... Eu e muitos do q conversei aqui ficaram maravilhado a AULA.                        

Ficaram maravilhado com a AULA ... Apesar da dimensão do dom dos servos q ministraram a AULA,a humildade e simplicidade prevalecem muito bom ver, parabéns ...  

                     

Kelvin Souza:

Não  creio que a ideia  seja a exclusão  das boquilhas de metais irmão jr.  Mais trata-se do estilo erudito,  apenas como ponto de vista  apenas estamos relatando a facilidade que teremos adequando de fato ao conjunto correto,  mais não  creio que isso possa ser impossível  pois da mesma forma não  sei se alguns conhecem mais o saxofonista de pop e jazz como GERALD ALBRIGHT, nunca vi em nenhum vídeo  dele gravado,  shows ou até  mesno cd ele usar uma boquilha de metal, ele usa apenas de massa. Mais foi como o irmão  disse se toca em uma de metal e consegue ter um som educado e o irmão  está  satisfeito tranquilo,  mais não  creio que seja a erradicação  das boquilhas de metais.

Me perdoem em alguma coisa.

Deus abençoe.          

             

Valdeci Janeri:

Uma coisa é certa: Depende muito daquela "pecinha humana" que vai antes da boquilha. Sento ao lado de um sax soprano (reto) com boquilha de metal. É uma perfeição.   

                    

Aabs: Tbm concordo. ..vai mto de quem esta tocando. Toco boquinha de metal e nao toco extridente...isso e relativo.                        

isso ai irmao jr. La no Gem ja faço um trabalho com os saxofones antes de ingressarem aos ensaios.       

                

Giancarlo:

Mas,  irmão Júnior. ..o irmão disse que o saxofone não foi feito para o estilo erudito,  é isso?

                       

Davi Caxias:

Ir Júnior, creio que vamos precisar tratar aqui do histórico do saxofone.

É natural a maior parte dos irmãos terem informações equivocadas a respeito do saxofone, sua origem e transformação ao longo da história.                 

José de Carvalho:

Irmãos, a manifestação dos irmãos favorável à boquilhas de metal, só mostra o panorama do saxofone no Brasil....                        

Infelizmente, temos muito ainda que avançar no conhecimento...                        

Fiquei triste....

Vi que não entenderam NADA....                        

O duro é ver quem precisa dar bons exemplos, fazendo exatamente o oposto...

Aí derruba todo o nosso trabalho...   

                    

Osnildo Carvalho:

Ir. José se possível reenvie os áudios, seria interessante.

                       

José de Carvalho:

Precisamos de pensamentos embasados academicamente, não de achismo...

                        

Orlando Jr:

Conheço a história do sax, mas houve sim como foi dito aqui, transformações... Isso não é adaptar?                        

Podemos afirmar que a origem do sax foi pro som erudito?  

                     

Giancarlo:

O irmão disse que o saxofone não foi feito pra esse estilo?                        

Qual foi então?                        

 

José Renato Rodrigues:

Irmao Jose Carvalho e Gian sempre vai haver opiniões, mas creio que muitos assim como eu estao acatando as recomendações.                        

 

Davi Caxias:

Podemos afirmar que o saxofone foi projetado para música de concerto.

Vou repassar os áudios do irmão Carvalho sobre a história do saxofone. 

                      

Giancarlo:

Que transformações foram feitas          

             

José de Carvalho:

Sim, claro.

Compartilho da vossa opinião...                        

Irmão José Renato

         

Orlando Jr:

Não quero criar discórdia, muito pelo contrário, mas os testes do sax não foram em bandas militares francesas?

comentário Ir. Giancarlo
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Paolo Troni:

Minha boquilha é uma Selmer, na verdade quando comprei, era de segunda mão e comprei pensando que era a C*. No começo custou a acostumar, mas com uma palheta 2 ou 2 1/2 e um pouco de estudo da pra ir.

Da um som bastante escuro e aveludado

                        

Orlando Jr:

Nas fontes que estudei, afirmavam que o sax teve suas primeiras aparições em bandas militares francesas

comentário Ir. Giancarlo
00:00

Paolo Troni:

Quanto a história do Sax, somente um pitaco, Adolf Sax buscava um instrumento que pudesse cobrir o registro grave das ORQUESTRAS SINFÔNICAS  daquela época, já que nesse tempo os fagotes eram pequenos e afonicos e os metais ainda estavam pouco desenvolvidos, não havia tuba nem eufonium  

                     

Davi Caxias:

Pois entao caros ir Gian e Paolo...                        

O saxofone foi concebido muito antes da era do jazz...                        

Para um propósito totalmente diferente: a música de concerto.   

                    

Paolo Troni:

berlioz falou muito bem sobre esse instrumento, seria interessante copiar aqui o que ele diz no seu manual de orquestração sobre o Sax

                        

Davi Caxias:

Independente disso, precisamos do som voltado à prática da música de concerto, que é onde o canto congregacional está inserido.                        

Eu tenho esse manual irmão Paolo.

Vou procurar                   

    

Paolo Troni:

Se o Sax hoje não toca regularmente em orquestra sinfônica e começou sua "vida" em bandas é por inúmeros motivos políticos e históricos...começa pelo fato que Adolf Sax era judio...                        

Ir David, no meu site tem uma página dedicada ao Sax, cito várias partes do manual do Berloz e outros escritos dele e de outros da época, está em espanhol, da pra entender bem   

                    

Davi Caxias:

Posta aqui pra gente, ir Paolo?                        

O site?       

                

Paolo Troni:

http://paolotroni.com/instrumentos/saxo                        

Esse link já vai direto aonde interessa   

                    

Silone:

aros, não basta ser de massa... o mercado de boquilhas para prática da música de concerto é bastante restrito...

Defina isso irmão...

                   

Davi Caxias:

Esta no áudio do irmão Carvalho e na imagem que ele postou tem a listagem de boquilhas.

Essas recomendações foram feitas com base no que a maior parte dos músicos que praticam o saxofone como música de concerto utilizam.

comentário Ir. Esdras Lovo
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Victor Alves:

A respeito do vídeo que o irmão Carvalho mandou, consegui assistir apenas agora... muito boa a sonoridade da Concept, irmão! Claro, sempre associada a um ótimo músico como o irmão kkk

hino 375 - postado pelo Ir. Giancarlo
00:00

Silone:

Nessa relação do irmão José de Carvalho de boquilhas e palhetas... quais boquilhas não são de massa e quais as palhetas que não são de bambu?    

José de Carvalho:

Caro irmão, todas as boquilhas são de massa e todas as palhetas indicadas são de cana/bambu...  

                     

Silone:

sim irmão...É pq usei acima essa fala e outro irmão postou abaixo algo diferente

 

Davi Caxias:

Ahhhh                        

Entendi o que o irmão quis dizer                        

Deixa eu explicar                    

   

Silone:

Sim irmão Davi                      

                 

Davi Caxias:

que quis dizer é que existem boquilhas de massa que tbm não são adequadas para a prática da música de concerto, por exemplo, as boquilhas Bari.. São de massa, mas desenvolvidas para popular                        

Definitivamente não existem boquilhas de metal para prática da música de concerto (exceção Selmer C* de prata, usada pelo Marcel Mule e Daniel Deffayet).

E não basta ser de metal, precisa ter geometria adequada para isso.                        

Corrigindo: Não basta ser de massa, precisa ter a geometria adequada para isso.

                        

Miqueias:

A paz de Deus a todos os irmãos, nao ouvi nenhum comentário a respeito da Boquilha Yamaha, utilizo uma Yamaha 5C com palheta Vandoren Z, gosto da sonoridade que me proporcionou, pois nao gosto de sax estridente, inclusive aprendi muito lendo alguns artigos no grupo sobre Sax Erudito, pois o som que tiro é um som mais suave, pois sempre gostei de tocar ouvindo toda a orquestra, na mesma sintonia. Mas nao via isso na grande maioria e ainda nao vejo e achava que eu pudesse estar errado. Me sinto honrado de participar de um grupo tão qualificado como este, tenho aprendido muito aqui e pretendo passar um pouco deste conhecimento aos meus alunos.                        

 

José Renato Rodrigues:

Uma duvida a palheta fibracell é inadequada?   

                    

Silone:

agora sim irmão Davi            

       

Davi Caxias:

Perdoa aí não expressar direito..kkk   

                    

José Renato Rodrigues:

verdade acabei atropelando as coisas.

                        

Davi Caxias:

Caros, para boa ordem, estou reenviando os áudios do irmão Carvalho sobre a origem e história do saxofone e porque temos uma referência sonora da música popular e devemos voltar às origens, a escola francesa de saxofone ou escola-mãe.

Esse assunto já foi debatido, apenas para conhecimento e reflexão dos irmãos que ainda não estavam no grupo.         

              

19 98204-9210:

Deus abençoe, Davi                        

 

Davi Caxias:

Amém ir Ronaldo                                      

          

Giancarlo:

Uadson...Perdoe                        

 

15 99789-8721:

https://youtu.be/JlQ9bG8oT1g           

                                     

Vildomar:

A paz de Deus...

Irmãos muito bom o assunto em questão.

Gostaria de dar meu parecer, não sobre as boquilhas, más sobre o debate.

Toco à 36 anos. No tempo em que iniciei meus estudos musicais na CCB, percebia-se que os irmãos profissionais na área da música, não tinham o devido valor entre o ministério. Falo com conhecimento de causa. Temos caso na família. Ficou sem liberdade por tocar na banda militar profissionalmente. Por favor meus caros, não é uma crítica ao nosso ministério. Tenho certeza que era a luz que Deus dava à eles naquela época.

 

E agora meus caros!!!??? Percebem o valor que esses irmãos profissionais da música tem na CCB? Devemos dar o devido valor!!  Somos privilegiados!! Tenho conhecimento que a própria comissão técnica da música, incentivam as regionais à fazerem reuniões técnicas com esses irmãos profissionais.

 

Antigamente um assunto como esse das boquilhas, demorávamos décadas para ter um mínimo conhecimento. No entanto, hoje temos à nossa disposição exímios professores ao nosso lado que enquanto estamos descansando, eles estão pesquisando, estudando à parte musical para nos orientar.

 

Irmãos pensem comigo. Se Deus deu essa luz ao ministério de colocarem irmãos profissionais para compartilhar conosco suas experiências musicais, só resta nós agradecer à Deus e acatar as dicas, conselhos e na medida do possível coloca-las em prática.

 

Deus abençoe!!!    

                   

Henrique:

Caríssimo irmão Vildomar......maravilha

                        

15 99735-4791:

I.Vildomar, não sou nada e não conheço nada de sax,perto desses caros irmãos... Mas desde o início deste grupo tenho acompanhado e junto dos alunos que estudam comigo conseguimos um grupo de nove instrumentos de diferentes naipes,colocamos as técnicas aqui recebidas (destes sabios irmãos) e até agora posso dizer, nove músicos bem instruídos com disciplina e educação e principalmente humildade,confesso não esperava um retorno tão rápido... Por isso continuem a nos instruir por que de valor em valor, unidos por uma boa causa...a nossa tão querida e brilhante orquestra CCB...

Deus abençoe !                        

 

44 9708-0126:

Irmãos comecei a música em 2004 o Senhor me abençoou muito sendo oficializado no mesmo ano .Sou encarregado local a 5 anos ensinando conforme aprendemos. Hoje vejo que se meus instrutores tivessem esse privilégio que nos desse adorável grupo temos com certeza eles teriam muito mais a me ensinar. De igual forma eu tb já aplicando em meus candidatos alguma coisa que aqui aprendi já vimos alguma diferença significante. Então agradeço muito aos irmãos que tiveram a brilhante idéia de criar esse grupo é repartir seus conhecimentos com todos nós.

Tenho certeza que nos próximos anos veremos uma diferença muito grande em relação a nossa orquestra. 

                      

Paolo Troni:

Irmaos, só agora estou em casa e tenho um tempinho pra postar algumas das coisas que comentei hoje sobre boquilhas.                        

eu moro fora do país, entao, a maior parte da informaçao que busco e também que encontro (google te localiza...) é em idioma local, mas acho que nao é muito dificil de entender (Espanhol).

 

Tem um blog chamado "Blog del saxofon" o autor parece ser engenheiro ou algo assim, e musicalmente é um aficionado e estudante iniciante de sax. É muito interessante a parte que ele trata sobre as boquilhas, mesmo sendo um iniciante, mas como disse, ele aplica conhecimentos de física e outras materias.

Tem vídeo dele construindo (sim construindo ) boquilhas de madera, plástico e até de papelao                        

http://blogdelsaxo.blogspot.com.es/p/fabricacion-modificacion-y-reparacion.html                        

http://blogdelsaxo.blogspot.com.es/p/fabricacion-modificacion-y-reparacion.html?m=1                        

Tempo atrás eu mesmo fiz algumas experiencias, construindo instrumentos artesanais, alguns de tubo de pvc e outros mais evoluídos, de madeira. Um dos principios físicos e acústico, que inclusive, salvo engano quem descubriu, foi o proprio Adolf Sax é que o som do instrumento nao depende tanto do material com que está construído como das dimensoes internas do mesmo

Obviamente tem alguma influencia, mas nao é o que caracteriza. Prova disso, tenho um clarinete de metal aqui e soa como clarinete e nao como sax soprano reto...ainda que o metal de da um toque de brilho, principalmente nos agudos, respeito a um clarinete de ébano.                        

Dito isso, poderíamos concluir que é indiferente uma boquilha de metal que uma de ebonite, de abs, de vidro ou de madeira. Em parte sim, mas em parte nao. Como já foi mencionado, a questao é o mercado.

O sax, por questoes historicas, se consagrou como instrumento de jazz e de outros estilos populares, o metal em si já da um pouco de brilho ao som, entao se aproveita essa característica pra fazer boquilhas desse material para o jazz. Quer dizer, que tenham camera e desenho interno que vao ajudar a produzir um som jazzistico.  

                     

Aqui dou aula de sax e clarinete. A maior parte dos meus alunos me procuram querendo tocar jazz...que eu vou fazer? Dizer pra eles: nao, jazz nao..aprende classica que é melhor. De jeito nenhum, né...afinal, se eu fizer isso vao ir pra concorrencia.

Do mesmo jeito faz os fabricantes de boquilha, vao fazer boquilha com a intençao de vender para o público que é maior, ou seja, os que querem tocar em estilo jazz, e nao pra minoria, que quer tocar em estilo erudito.                        

Quanto a criaçao do sax, algumas coisas tiradas do manual de orquestraçao de Berlioz e de outros documentos.                        

Grand Traité d’instrumentation (1855) de Hector Berlioz (1803-1869):

 

Los saxos agudos tienen un timbre suave pero penetrante. El sonido de los saxos agudos es más penetrante que los clarinetes pero sin ser estridente como el clarinete en mib. (requinta)

 

Los saxos del registro medio son muy expresivos.

 

Los saxos graves tienen un timbre lleno y rico. Los saxos graves producen notas graves capaces de transmitir una calma sublime y “sacerdotal” mientras las notas del registro agudo (de los saxos graves) tienen carácter melancólico y triste.

 

En general, el saxo tiene un timbre particular suyo, vagamente similar al violonchelo, al clarinete y al corno inglés, pero con un toque metálico que le da una expresión del todo peculiar.                        

Eu tenho para mim que o que difere disso que está escrito aí, é fruto de invençoes e experiencias modernas que nao tem nada a que ver com as intençoes originais de Adolf Sax com seu instrumento mais conhecido, já o fato do sax ter virado icone do jazz e nao ter ido bem no repertorio sinfonico é fruto de complexas razoes historias e políticas.                        

O sax é capaz de transmitir com seu som uma calma sublime e sarcedotal tal como diz Berlioz aí. Que instrumento mais adequado que esse para reproduzir o estilo sacro dos nossos hinos, nao é mesmo?!                        

Por final, deixo esse link. É uma publicaçao de uma revista de musicologia de uma Universidade chilena. Aqui explica muita coisa. http://musicologia.uchile.cl/documentos/2001/sax/sax.html                        

Agora uma pergunta:

Qual é a diferença entre as boquilhas Selmer S80 e as Selmer S90 ???

                       

Ezequias Ferreira:

Uma pergunta. Melhor boquila metal ou a q é normal????                        

No caso p nossa orquestra       

                

Paolo Troni:

Aquí saiu essa boquilha tambem: http://www.atelierdecelia.com/boquilla-saxo-alto-selmer-seles-prologue-con-abrazadera-y-boquillero-p-1-50-2363/ é bem mais barata que as Selmer tradicionais, nao sei se já tem aí no Brasil

                       

Pra nossa orquestra, eu diria que a normal, e que seja apropriada para estilo clássico (porque nao todas "normais" sao para estilo classico).

Correto, irmaos Giancarlos e José Carvalho? 

o que pude ver é que é muito fechada, 1,55 mm de abertura...a C* tem 1,70 e a minha (D) tem 1,90                        

Mas essa está bem mais barata, irmao Davi, quase un terço do preço de uma selmer tradicional

                      

Davi Caxias:

Aparentemente essa boquilha se assemelha a série S80 C, poia também têm câmara quadrada...

Precisaria testar pra ver...

O que atrapalha muito é o real desvalorizado.

Toco soprano e estou usando a Selmer Concept. Paguei 800.  

                                              

Marcos Salviano:

A paz de Deus

Não tive tempo de se manifestar antes mas li todas as mensagens e ouvi os áudios esse assunto deu uma esquentada no grupo rsrs.

Vou dar minha humilde opinião me perdoem se eu não souber me expressar da maneira correta                        

Assim como o irmão Victor e mais outros irmãos que não me lembro o nome quando comecei a buscar mais informações sobre o saxofone minha primeira referência foi o explica sax na sequência comprei uma boquilha Ivan Meyer e com pouco tempo comecei a perceber a diferença que causava na orquestra e também vários irmãos se interessaram por uma boquilha igual por me ver usando uma não que sou referência em alguma coisa,  em 2010 iniciamos os ensaios técnicos aqui na minha cidade aí comecei a buscar informações sobre setup adequado para nosso estilo de música e comecei a buscar uma boquilha mais adequada hoje toco com una Semer C* eu como o irmão Victor e o irmãos Josué propus esse tema porque acho que precisamos sim de uma padronização é indiscutível que tem irmãos que tocam com boquinhas de metal e tiram um som que dá para tocar na orquestra mas como você vai falar para seu aluno que não é recomendado se vc usa?

Imaginem se algum de nós vai morar em outro país e não quer falar na mesma língua da nação onde vc está, "Eu se comunico bem dentro da minha casa está bom " não vai dar certo né rsrs quando chega um aluno novo sempre faço a seguinte pergunta para ele, por que você quer tocar saxofone?  A resposta é sempre para louvar a Deus na minha opinião para louvar a Deus primeiro você tem que estar dentro dos ensinamentos e em comunhão com o grupo que vc faz parte.

Esses dias falamos sobre o sonho de termos um método de saxofone CCB agora faço uma pergunta oque adianta um método universal se agente não buscar falar a mesma língua?

Perdoem o longo texto e se não soube expressar minha opinião   

                    

Tiago Severino:

Paz  de Deus digníssimos irmãos.

Tenho acompanhado todos os comentários e pareceres dos nossos professores, o assunto é praticamente inesgotável muito bom.

Relatarei a minha experiência c boquilhas nesses quase 6 anos estudando saxofone,   não quero convencer ninguém a usar ou fazer igual, vou me abster de pareceres, até pq nada melhor do q Vc experimentar e tirar suas conclusões, muito embora algumas boquilhas são consolidadas quanto a qualidade e o irmãos José de Carvalho já disponibilizou essa lista com a relação a essas boquilhas.  E ressalto o empenho dos irmãos em afirmar que assim anos a  personalidade erudita do saxofone na ccb, ideia  essa que compartilho com os irmãos.

 

Iniciei o estudo do sax em 2010, sem orientação de ninguém a primeira boquilha foi a do instrumento, pesquisando, quem ganhou foi a de melhor propaganda, tanto nos vídeos, áudio, e visual, (diferente), IVAN MEIER 7.

 

Cheguei p fazer aula, fui orientado pelo prof Luís Carlo que não era a boquinha mais indicada para o estudo do erudito e muito menos para quem estava começando a estudar.(eu estava entre os saxofonista que não sabiam a diferença do erudito e do popula)

Indicou me algumas boquilhas entre elas VANDOREN A27/28, MEYER.

Adquiri uma MEYER 5 para iniciar os estudos Tava gostando até o dia que o professor apareceu com uma VANDOREN OPTIMUM AL4, (ainda consigo ouvi lo).

Parti p a OPTIMUM, até então só tocava na igreja.

 

Aqui começa uma fase conturbada em relação a boquilha, fui transferido para uma banda de marcha, imaginem puxar uma tropa militar, a céu aberto, bumbo, trombone, trompete, tive em solenidade c 1000 caras marchando. Me senti o brigado a trocar de boquilha.

 

Pesquisando encontrei a BRILHART  7 de metal, p essa ocasião foi ótima, e dava p controlar na igreja, pelo menos a pó.To de não incomodar ninguém.

 

Fui transferido para uma outra banda, agora c caráter sinfônico, tive q trocar de novo, essa banda tinha uma extração para um grupo de jazz, então peguei a VANDOREN V16.

 

Voltei  a estudar c orientação, percebi q a V16 ia bem no popular, mas era um tanto desequilibrada p sinfônica, o prof sugeriu a MEYER.

 

Adquiri a MEYER 8, e a que eu uso atualmente, To conseguindo levar e tenho gostado na igreja, na sinfônica, e no grupo popular.

É óbvio que eu temo o complexo do pato, não nadar bem, não andar bem e não voar bem, mas a minha insatisfação positiva tem feito q eu procure meios para melhorar  a execução instrumental,  claro muito a quem do que gostaria e deveria, mas com a ferramenta que tentando fazer o melhor.

 

Recentemente experimentei uma VANDOREN A28 antiga, fiquei encantado mas num teve negócio.

 

Encerrando o testemunho para deixar tempo para a palavra.

 

Mas a boquilha do meu coração,  se não tivesse nessa banda seria a VANDOREN OPTIMUM AL4.                        

Perdoem o longo texto.                        

https://youtu.be/EE8c_Z4g0-s

 

embora seja em inglês, para quem não fala como eu, ainda assim da assimilar muita cosa.                        

Deus abençoe a todos.

 

45 9902-5444:

Caríssimos, vendo os vários comentários faço aqui algumas ressalvas, usando uma linguagem bem coloquial e dentro da realidade da grande maioria dos nossos irmãos:

1. Boquilhas de metal tenden a ser usadas em estilos musicais mais voltados para música pop, jazzística e afins. Em sua maioria já tem como finalidade este tipo de música, facilitando os ataques, efeitos e som mais metálico ( portanto na contramão daquilo que buscamos hoje).

2. Boquilhas de massa, igualmente as boquilhas de metal, tem muitas boquilhas  que apesar de serem de massa também tem em sua construção características voltadas para os estilos musicais citados acima. Tais características são o formato da Câmara, abertura, dimensões internas etc. Portanto não basta ser de massa.

3. Precisamos portanto buscar   indicar a nossos alunos boquilhas construídas com a finalidade à facilitar a sonoridade de nosso estilo musical, sacro com muitos exemplos no estilo erudito (som puro isto é, sem efeitos, na maioria das vezes mais escuros e que facilitem o controle de sonoridade mais suave).

4. A Gama de boquilhas voltadas para este tipo de sonoridade é um pouco reduzida, haja vista, que a utilização do saxofone nos estilos sacro/erudito ainda é bastante reduzido a mídia voltada para o saxofone é muito forte nos estilos musicais mais próximos da música pop e jazzística.

5. Existem boquilhas que já são consagradas na área de quem estuda a música erudita e sacra, posso citar a linha Optimun da vandoren recomendo as aberturas 25 e 27 por serem mais fechadas a linha S80 da selmer nos modelos C* e C** recomendo a C*( lê-se C estrela) por ser mais fechadas e facilitam que nossos alunos usem uma palheta um pouquinho mais pesada e tenham melhor controle nos pianos, para quem não tem condições de investir recomendo no mínimo uma Yamaha 4C.

6. Em linhas gerais nossas boquilhas devem ser de massa ( nunca vi nenhum saxofonista erudito tocar com boquilhas de metal) e com uma abertura de média para fechada.

7. Apesar de a preferência por uma boquilha ser uma coisa muito pessoal, não justifica um aluno comprar uma Meyer de metal abertura 8, totalmente na contramão do que precisamos. "Existe uma grande diferença entre oque eu gosto e oque eu preciso".

8. Há ainda uma grande variedade de boquilhas que podem serem utilizadas para nosso estilo, por isso antes de comprar uma boquilhas é essencial que o aluno experimente a boquilha, sempre com a consciência daquilo que buscamos acima daquilo que gostamos.

9. Finalizando já vimos comentários hoje de companheiros que tiram uma boa sonoridade com boquilhas metálicas ou de massa indicadas mais para o estilo pop, isto não é a regra e sim a exceção. É muitíssimo diferente um aluno que estuda pouco e toca basicamente na igreja, de um irmão que estuda muito e tem uma técnica musical desenvolvida, esse mesmo irmão com uma boquilha apropriada para o nosso estilo teria uma sonoridade mais excelente ainda.

10. Precisamos incutir em nossos alunos a mentalidade de grupo, equipe. Repito uma frase que já falei em um comentário hoje.

"Não esqueçam da palavra Grupo. Quando tocamos em conjunto oque mais importa é o grupo", isto é comunhão.

Giovani Santos.                        

As palhetas, meu Deus e as palhetas, estas ficarão para um outro comentário.

                      

Osnildo Carvalho:

Deus abençoe a todos, excelentes comentários. Pelo que entendi da fala do ir. Paolo e ir. Giovani, o problema não é o material da boquilha e sim a abertura que ela tem (camara), o que proporciona um som voltado para o Jazz, assim, as boquilhas no caso das de metal são feitas com uma finalidade que não é a música erudita.

                       

Davi Caxias:

Ir Osnildo está correto.

Apenas uma observação: abertura e câmara são coisas diferentes.

Abertura é a distância vertical entre a palheta e a ponta da boquilha. Quanto mais aberta, maior o volume de ar capturado.

Câmara é uma região dentro da boquilha onde "nasce" o som. Boquilhas com câmaras arredondadas conferem um timbre mais escuro, encorpado. Boquilhas para jazz possuem alterações na câmara que fazem com que o ar ganhe velocidade na saída, aumentando a intensidade de som (para tocar mais forte, aumenta-se a velocidade do ar)

45 9925-5598:

ApdD amados

Dentro da explicação do irmão Osnildo, esse vídeo mostra justamente as boquilhas no conjunto (abertura e a câmara delas)!                        

As explicações foram excelente! Participo pouco irmãos mais vejo todos os assuntos e tenho aprendido muito com esse grupo.

Deus abençoe!    

                   

José de Carvalho:

Irmão Davizitoo,

Perfeito !

 

Rapazzzz, não pensei que ia dar esse trabalho para falar de boquilhas rsrs...                        

Ainda sobre boquilhas,                        

Conforme o belo texto do nobre irmão Paolo, quando diz que o problema não é o material e sim a câmara, faço coro ao Davizitoo;

Realmente, o que importa é o formato da câmara porém, atualmente não são fabricadas boquilhas de metal com com câmara apropriadas para a prática da música de concerto ...                        

Por isso meus amados, não se apeguem  a isso, as chances são praticamente nulas de encontrar uma boquilha de metal voltada a sonoridade erudita.

Se não ficar claro essa questão, infelizmente tem muitos oportunistas em nosso meio, e se deixar uma brecha pode virar o mesmo caso do "Barítono em Sí bemol", que na verdade é um Sax baixo disfarçado....                        

É possível que tenha irmãos aqui no grupo que ainda não tiveram uma compreensão total do assunto....                        

Na possibilidade de algum irmão ainda ter dúvidas sobre boquilhas (é possível), não me lembro qual será o próximo tema, mas creio que seja interessante e bastante pertinente ainda deixar o assunto girar mais um pouco.

                        

Davi Caxias:

O próximo tema é relacionado, Zé. PALHETAS                        

Mas tbm acho importante manter o tema por mais algum tempo. 

                      

Paolo Troni:

Ontem fiz uma reflexão sobre o tema

"tocar suave com boquilha de metal"

Em lugar de falar de boquilha de metal, vou falar de boquilha ruim, dessas chinesas ou de fundo de quintal...é possível tirar um bom som do instrumento com essas boquilhas?

 

Siiim, claro que sim. Um bom músico seguramente consegue.

Só que esse "bom músico" com uma boquilha boa tiraria um som muito melhor com uma boquilha adequada.

 

Um iniciante ou um músico que não estuda muito com essa boquilha "barata" não vai dominar bem e o som vai sair mal e possivelmente desafinado.

 

Agora simplesmente transportamos a reflexão quanto a boquilha de metal,  acaba sendo o mesmo.

É possível controlar? Um bom músico talvez sim, mas renderia muito mais com outra boquilha. E um músico "normal" dificilmente vai conseguir ir contra a natureza da boquilha.   

                    

José Henrique:

Irmãos gostaria de deixar um comentário sobre o assunto boquilha , durante um bom tempo fiz um laboratório de boquilha em busca de um som que me agradasse , passei de metal a massa com diversas especificações e suas propostas próprias , mas dou graças a Deus por ter participado de um master class no ano passado na região de Santa Isabel zona leste de São Paulo , executado pelo nosso irmão  José de Carvalho , lá recebendo a apostila e quando falamos de boquilha foi sugerido à relação das mais apropriadas para erudito , toco  tenor  e experimentei a vandorem 

T 20 , posso dizer sem sombra de dúvidas que achei aquilo que esperava , o som totalmente voltado para nossos objetivos , erudito , som com controle total , equilibrado , e escuro , excelente boquilha sugerida pela apostila .... 

comentário Ir. Davi
00:00

Tiago Severino:

Riquíssimos os comentários, excelente o vídeo de boquinhas do Rodrigo Bento, creio q já não podemos falar que somo inocentes ao indicar uma boquinha para quem iniciara os estudos no sax já temos substâncias contundentes para orientação.

 

Quanto ao comentário do irmão Giovani Pereira creio que foi o resumo de tudo o que foi explanado, perfeitas suas colocações.

 

O amado irmão até dividiu em intens.

 

Só gostaria de comentar o item 7, não sei se ele citou a MEYER 8 por eu ter a citado e ser a qual estou usando, caso não seja por favor desconsiderar essa citação.

 

Só gostaria de falar, que a minha MEYER não é de metal.

A MEYER americana nada tem a ver com a do IVAN MEYER.

 

Embora seja de numeração oito, ela ainda eh considerada abertura média, as movimentações não são padrões de acordo com a medida da abertura.

 

As boquinhas MEYER tem 2 câmaras, a médium, que caracteriza o som mais escuro, e a Small, que eh bem mais brilhante

 

Nada como experimentar e tirar as conclusões.

 

Tenho comigo a OPTIMUM E A MEYER, eh bem diferente em relação a projeção, mas no fundo eu sinto alguma semelhança entre elas.                        

To tentando enviar um documento em pdf, mas num ta indo, eh o comparativo de boquinhas da VANDOREN ,chegando em casa eu envio

                        

Osnir Leandro Souza:

Acredito também que tem algo a ver com a embocadura do aluno, lábios arcada, o que os irmãos me dizem? Porque tive uma vandorem achei muito estridente, já meu genro tem uma e tem um som excelente  

                     

Tiago Severino:

A palheta que eu creio que será mais p frente influência grandemente.  

                     

               

Esdras Lovo:

Excelentes comentários !

Também já fiz esta via sacra.

Selmer C*

Meyer medium chamber 7

Atual: optimum al4

Estou curioso para conhecer a Selmer Concept.

Ultimo pitaco: o equipamento é importante, mas nada supera uma rotina diária de estudos.

Deus abençoe a todos !   

                    

Paolo Troni:

Eu queria um comentário sobre as diferenças entre Selmer S80 e S90                        

Ninguém opina?                        

Victor Alves:

Uma dúvida irmãos... qual a relação desse comprimento do ponto de apoio com o som que a boquilha produz? 

                      

Davi Caxias:

Ir Paolo.. não experimentei a S90 mas pelo que pesquisei a principal diferença é o ponto de apoio.. na S90 é maior                        

O comprimento do ponto de apoio é maior na S90                        

A mesa parece que é um pouco mais larga tbm..                        

E alguns dizem que a S90 foi desenhada para saxofones vintage... sinceramente, não sei opinar mais a respeito                                                 

 

15 99795-3872:

Irmãos ... Me perguntaram porém não soube responder nada sobre .... Boquilha da Everton (creio q seja assim ) o que poderia comentar ?                   Não uso nunca toquei   

                    

Davi Caxias:

O ir Zé Carvalho pode comentar a respeito da boquilha Everton    

                   

Victor Alves:

Uma dúvida irmãos... qual a relação desse comprimento do ponto de apoio com o som que a boquilha produz?  

                     

Davi Caxias:

O ir Everton está desenvolvendo uma boquilha para erudito, mas as que ele tem até o momento são para popular. 

Victor, não sei te responder      

                 

Roby Bastos:

Muito bom o assunto atual para nós q de alguma forma ensina ... Saber as características de várias boquilhas nos ajuda muito a orientar os que inicia os estudos ajuda muito .... 

                      

Josué Jr:

Meus irmãos apaz de DEUS...

Sou um dos proponentes do assunto em vigor: Boquilhas.

Toco sax barítono atualmente com 4 setup... 2 Vandoren: Optimum BL5 e V16 B5 / 2 Otto link: 5* e 8*... só para esclarecimento a estrela em numerações de boquilhas significado 1/2 ou seja 5 e meio e 8 e meio...

São boquilhas conceituadas que sempre tive a curiosidade de experimentá las além de outras que não agradaram aos meus ouvidos e gosto.

A Optimum foi indicação do nosso Irmão Gian... inclusive ele exprimentou a BL4 e a BL5... espero o comentário dele sobre as mesmas...

A V16 é apropria para jazz... assim como alguns irmãos deixaram aqui já em seus comentários que temos fabricantes com boquilhas específicas para cada estilo...

Tive o prazer de ter a V16 B7 e B9 porém no não me agradou tbm.... pois possuem muito brilho.

Porém a B5 os irmãos irão ver no vídeo abaixo que ela é polivalente como está especificada no catalago da Vandoren....                        

https://youtu.be/otiwFZy547A                        

Já as otto links essas são de metais... a boquilha que gerou um certo mal entendido... pois bem... para o meu gosto e como um simples admirador de boquilhas estas estão me satisfazendo na parte musical... sempre foi fã do som redondo e escuro no meu barítão... não gosto e nunca gostei de som brilhante...

Mais além das boquilhas como alguns irmãos tbm disseram existe uma outra coisa... palheta que será assunto no próximo tema...

Então no meu pouco conhecimento não devemos julgar só boquilha como vimos no vídeo acima a mesma boquilha em todos os naipes de sax com vários estilos de som.                        

Mais apesar de tudo o que eu achava que conhecia sobre boquilhas vejo que não sabia nada.... só algumas coisinhas em vista das informações que estou absorvendo neste grupo.. 

                                               

45 9902-5444:

Irmãos desculpem mas as fábricas especializadas em construção de boquilhas com especificações e características para cada tipo de sonoridade, bons músicos até conseguem extrair uma sonoridade diferente daquilo que é proposto, porem já foi falado, são excessões, com certeza teriam um rendimento muito maior com uma boquilha específica para aquela finalidade.

Eu consigo tirar um parafuso philips com uma chave de fenda, porem não é a ferramenta certa. Traduzindo cada acessório é feito para determinado objetivo, o resto são adaptações.                        

Precisamos deixar isso bem claro para nossos alunos, ou nunca vamos conseguir timbrar nossos naipes.   

                    

José de Carvalho:

Referente a boquilha "Everton" voltada a prática de concerto.

comentário Ir. José de Carvalho
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José de Carvalho:

Boquilha Ever-Ton Modelo Supreme

Hard Rubber Preta

para Sax Alto

A boquilha Ever-Ton Supreme é voltada para saxofonistas clássicos. Ela possui uma abertura pequena, de 1,50 mm e possui a câmara redonda (round chamber).

Sonoridade aproximado bem ao timbre das madeiras.

Desenvolvida com a mais alta tecnologia em softwares de desenhos e usinada em CNC

Design moderno, acabamento impecável.

Descrição:

-Boquilha para Sax Alto

-Marca: Ever-Ton

-Modelo: Supreme

-Material: Hard Ruber (ebonite)

-Abertura: Pequena

-Cor: Preta

-Medida da abertura de ponta: 1,50 mm

-Produzida no Brasil    

                   

Roby Bastos:

Oh irmão Davi/José Deus abençoe pelo esclarecimento  ... 

                      

José de Carvalho:

Amém irmão Roby, estamos aqui pra isso.

Estamos aprendendo muito com os irmãos.

Só o Senhor pode fazer estas coisas.

Glória a Deus !                        

 

Roby Bastos:

Exatamente, eu  com certeza estou aprendendo muito ...  Muito bom

                      

Josué Jr:

Timbrar o nosso naipe das nossas orquestras eis aí uma tarefa que não minha opinião será muito difícil... qual é o tamanho do nosso naipe na orquestra CCB?

Como faremos isso?

A partir do GEM?

E os músicos já oficializados? Eles estarão sujeitos a essa adaptação?

Vamos padronizar o uso de boquilha e palheta do nosso naipe?

Agora os irmãos só estão nos indicando boquilhas que já vimos que em muita das vezes são de difícil aquisição pois são caras.

E o que faremos com a chave philips se estamos tentando soltar um parafuso para chave de fenda?

Meus irmãos não estou duvidando do propósito deste grupo e dos trabalhos dos nossos irmãos que estão empenhados e amparados pelo ministério e têm conhecimento de sobra para que isso ocorra.

                       

Josué Jr:

Os irmãos me perdoe em algum coisa... mais só são algumas dúvidas minhas de como que iremos atingir o nosso objetivo.                        

 

Jonas Nicola:

Irmão José de Carvalho,  o irmão fez uma explanação sobre a boquilha everton. Gostaria se o irmão pudesse falar da Barkley também porque como o irmão Josué citou,  nem todos tem a mesma condição de adquirir uma boquilha cara.   

                    

Eliel:

Irmão Josué Lima, é um trabalho árduo que requer dedicação e paciência, mas temos que começar                        

Aqui em Hortolândia foi iniciado um trabalho a vinte e cinco anos atrás                        

E hoje estamos colhendo os frutos                        

Com relação a boquilha cara, foi indicado a Yamaha 4c, ela tem um preço super acessível                        

E proporciona um som erudito                        

Eu no momento estou usando uma Yamaha                        

Já usei a Selmer C*                        

Na minha modesta opinião a Selmer é top      

                 

MIqueias:

Irmaos, tambem uso uma yamaha 5C, mas nao vi nenhum comentário sobre a marca.  

                     

Eliel:

Mas a Yamaha atende os menos favorecidos                        

Eu recomendo aos meus alunos menos favorecidos a Yamaha                        

Aqui em Hortolândia é proibido um músico que toca instrumento de palheta usar boquilha de metal                        

                        

45 9902-5444:

Correto meus irmãos, desculpem talvez pelo excesso de sinceridade, mas não podemos fugir de alguns princípios, como usar boquilhas específicas para jazz e dizer que esta certo, conheço irmãos que tem um bom som com uma boquilha Yamaha 4C, ou uma Júpiter básica, fiz exame em um irmão domingo passado ele pagou 890 reais em uma boquilha totalmente fora de nossas especificações, foi indicada por outros companheiros nossos, eu me referi que precisamos ensinar oque é certo. Quanto a aquisição depende da condição de cada um                  

     

Josué Jr:

Que isso irmão Giovani fica em paz está tudo certo....    

                   

45 9902-5444:

Estamos passando por uma reformulação no ensino da música, um momento único com apoio do ministério, precisamos aproveitar esta oportunidade, aulas técnicas, irmãos capacitados, informação ao alcance de toN

                       

44 9139-0023:

Excelente Ir Giovani, sua colocaçao esta perfeita e assim devemos conduzir o ensino..  

                     

45 9902-5444:

Completando a idéia, informação Ao alcance de todos, olhem o quanto aprendemos através deste grupo, Acredito ser uma oportunidade que Deus está nos dando para chegar onde esta escrito no prefácio do nosso MTS, " A finalidade deste método é fazer com que nossos irmãos executem os hinos com perfeição". Isto tudo sem perder a essência do louvor, que é a humildade, a pureza a Presença de Deus se manifestando no meio do seu povo.                        

Para isso precisamos de mudança de mentalidade a respeito do ensino, dedicação no nosso ministério, e postura e seriedade na condução de nossa missão. 

                      

Josué Jr:

Não tenho dúvida alguma de que isso que está acontecendo no nosso meio é uma preparação de DEUS...

Só gostaria que os irmãos que estão à frente desta jornada se possível respondessem as minhas perguntas acima...

Ir Gian, Ir José de Carvalho e Ir Davi de Caxias... com relação à boquilha vs timbragem do nosso naipe... não só nos GEMs mais como no geral.                                                

Davi Caxias:

Ir Josué, segue meu comentário a respeito das suas perguntas.

A palavra chave é conscientização. O uso de uma boquilha apropriada é apenas um detalhe de um processo muito maior que estamos passando na CCB. Aprouve ao Senhor no nosso tempo permitir um despertar para que tratemos de aprimorar o nosso louvor no santo culto.

Isso não irá ocorrer do dia para a noite. É um processo de mudança de cultura, vai além do gosto pessoal, da manifestação da individualidade de cada um. É o desenvolvimento do coletivo, da capacidade de ceder para o naipe de forma a gerar um ganho para o grupo. A música é uma atividade coletiva que requer uma doação de cada um.

Costumo dizer que é um exercício constante de humildade que no final promoverá o crescimento para o grupo.

Todo processo de mudança cultural é lento. Vimos aqui no grupo mesmo opiniões divergentes, o que mostra que o trabalho é longo e árduo.

E o sucesso dessa empreitada se dará apenas se formos persistentes e não desistir.

Penso que temos dois importantes caminhos a seguir:

1. GEM: desenvolver essa cultura na nova geração de músicos que virá. O desafio será coibir influências contrárias. Porém, tenho comigo o seguinte: "INSTRUI O MANCEBO O CAMINHO QUE DEVE SEGUIR E JAMAIS SE DESVIARÁ DELE".

2. Ensaios técnicos. O tópico 8 de 2014 (Ir Cláudio me corrija se estiver errado) abriu as portas para o desenvolvimento dos trabalhos técnicos por irmãos profissionais em música. A persistência na realização desses trabalhos será o caminho para conscientizar os músicos antigos. Nas palavras de Paulo:"NÃO VOS CANSO DE DIZER SEMPRE AS MESMAS PALAVRAS".

 

Mudaremos as orquestras, os saxofonistas do dia para a noite? Certamente não.

Então, amados, que nos unamos. Nosso papel é lançar a semente, regar os campos constantemente relembrando essa mensagem. Sejamos multiplicadores. CRISTO É QUEM DARÁ O CRESCIMENTO.

E no fim, receberemos a coroa da vida eterna.

AVANTE! CORAGEM! MARCHEMOS!  

                     

José de Carvalho:

Caríssimo irmão Josué, sobre as minhas considerações,   me sinto representado no belo texto do nosso caro irmão Davizitoo !!                        

Não tenho nada a acrescentar.                        

                                                

45 9902-5444:

Irmão Davi, irmão Josué e irmão José belíssimas palavras, informativas, coerentes e motivadoras, " Que Deus nos Guie nessa caminhada

                        

Osnildo Carvalho:

Parabéns Davizito, excelente mensagem, Deus abençoe pela dedicação e sabedoria. ����                        

Nós só temos a ganhar com este grupo maravilhoso.

                                                

45 9902-5444:

Irmão Tiago, vi agora sua citação a respeito da boquilha Meyer 8, minhas excusas, perdão, realmente estava me referindo a boquilhas metálicas indicadas para música mais pop. Jazzística, não vi sua colocação a respeito da sua boquilhas, se tivesse visto com certeza absoluta não citaria, até porque não se trata da mesma boquilha nosso objetivo é nos unirmos e crescermos juntos, jamais abater alguém.

                   

Leonardo:

Vi os irmãos falarem a respeito da yamaha 4c como sendo uma opção mais barata, e a yamaha 5c? Da mt diferença?  

                     

45 9902-5444:

Pouca é um pouquinho mais aberta. Para alunos novos que irão comprar uma boquilha recomendo a 4C, seria interessante testar antes de comprar.                                                                                                   

.Kelvin Souza:

Deus abençoe irmão  Giancarlo,  maravilha de explanação.  

                     

Davi Caxias:

Irmãos, Deus vos abençoe pelas mensagens.

Aguardamos o parecer do irmão Giancarlo a respeito das boquilhas para passarmos para o próximo assunto.

                       

Giancarlo:

Queridos irmãos, A PAZ DE DEUS! Perdoem-me, infelizmente não tenho tido tempo de participar ativamente nas discussões, porém tenho acompanhado com atenção, e confesso que com certa apreensão.

Como houve certas divergências em alguns pontos, gostaria de partir dos aspectos históricos do saxofone, sei que o irmão José de Carvalho já fez isso, mas irei reforçar, e acrescentar alguma coisa.

Tentarei traçar uma linha de raciocínio, partindo desde o inventor, até chegar nas orquestras da CCB. 

                      

PEQUENO HISTÓRICO DO INVENTOR, E ALGUMAS CURIOSIDADES:                        

A nossa história começa em Dinant, uma pequena cidade do interior da Bélgica, no início do século XIX. Foi nessa cidade industrial e próspera que nasce Antoine-Joseph Sax, primogênito entre os 11 filhos de Charles-Joseph Sax, fabricante de instrumentos musicais, em 6 de novembro de 1814.

Os acontecimentos ocorridos desde a sua infância, já denunciavam que Sax não era uma criança que compartilhava de interesses comuns às crianças de sua idade, pelo ambiente familiar em que vivia e por uma série de fatalidades:                        

“Sabendo apenas se colocar de pé, cai três andares e bate gravemente a cabeça contra uma pedra: pensavam que tinha morrido. Aos 3 anos, bebe um copo d’água com ácido. Engole um alfinete. Mais tarde, é gravemente ferido por uma explosão de pólvora. Ele cai numa fornalha de fundição e se queima de um lado. Por três vezes ele quase morreu envenenado e asfixiado por objetos envernizados. Outro dia ele levou uma pedrada na cabeça. Cai num rio e quase morre afogado. Sua mãe disse que “ele está condenado à desgraça e não sobreviverá”                        

Além dos incidentes “trágicos”, a infância de Sax foi marcada também por acontecimentos importantes. Foi nesse período que teve os primeiros contatos com o universo dos instrumentos musicais, sobretudo, dos instrumentos de sopro, que eram a especialidade de seu pai. O interesse pelo ofício paterno e o intenso contato com os mais variados tipos de instrumentos musicais foram alguns dos fatores decisivos nas escolhas que Sax viria a fazer no decorrer de sua vida. O seu empenho e curiosidade eram tão grandes que com apenas seis anos de idade já conseguia perfurar com perfeição uma clarineta.

Concomitantemente com as funções desenvolvidas como aprendiz de fabricante de instrumentos musicais na oficina de seu pai, Sax teve a sua primeira experiência musical prática ao estudar flauta no conservatório de Bruxelas e, posteriormente, ao estudar clarineta com Bender, o maestro de uma famosa banda militar belga. Segundo ainda Florêncio, “foi tocando estes instrumentos que ele se deu conta de suas imperfeições as quais quis amenizar”. Trabalho esse que não tardou a começar, pois aos quinze anos enviou à exposição industrial de Bruxelas duas flautas e uma clarineta feita de marfim e, aos vinte anos, realizou mudanças significativas na estrutura do clarinete baixo. Com Sax, “a clarinete-baixo (sic.) tornou-se uma parte padrão do grupo das madeiras”.

Sax demonstra que o timbre do instrumento não é determinado pela natureza do material empregado, mas sim pelas proporções dadas à coluna de ar que se forma em seu interior. Muito versado nessa lei conhecida como “leis das proporções”, Adolphe aperfeiçoou, engrandeceu e completou as famílias de quase todos os instrumentos de sopro, metais ou madeiras.

Sax foi professor de Conservatório de Paris por 13 anos, tendo ele mesmo formado 130 saxofonistas para as bandas militares.

Atacado sem trégua, vilipendiado e plagiado, mas teimoso e persistente, falido por três vezes, Sax morreu em 7 de fevereiro de 1894, exausto, na ruína total, e o saxofone, seu invento mais original, a ponto de ser entregue ao esquecimento

.                        

A SUA CRIAÇÃO:                        

É comum uma obra inventada herdar o nome do seu criador e com o saxofone não foi diferente. Na tradução literal para o português, Saxophon quer dizer “voz do sax”, numa concepção que remete à alusão que Sax fazia ao seu invento. Imaginara um instrumento que, pelas características de seu som, pudesse se aproximar dos instrumentos de cordas, mas que possuísse mais força e intensidade que estes últimos. O processo de fabricação do saxofone aconteceu na década de 1840, período em que Sax, residente em Bruxelas, adaptou uma palheta de clarineta ao bocal de um oficleide, evidenciando já o processo revelador de um instrumento híbrido. Em 1842, Sax se muda para Paris, onde instala uma modesta oficina, que se transforma rapidamente em uma verdadeira fábrica de onde saíram 200 mil instrumentos entre 1843 e 1860.

Inicialmente Sax concebeu duas famílias de saxofones: a primeira nas tonalidades de Dó e Fá, com instrumentos destinados a tocar na orquestra; a segunda, em Si bemol e Mi bemol, com instrumentos destinados a tocar nas bandas militares. Dos instrumentos propostos por Sax, o primeiro a ser idealizado foi o saxofone baixo, construído na tonalidade de Fá, que foi exposto pela primeira vez em 1844, na Exibição Industrial de Paris. Este período marcou também a primeira apresentação desse instrumento em concerto, ocasião em que Sax executou com um saxofone baixo em dó, na sala Herz, uma transcrição do Hino Sagrado de Hector Berlioz. Nessa mesma década o compositor George Kastner (1809-1872) inseriu o saxofone em uma de suas óperas e, em consequência desse fato, em dezembro de 1845 o saxofone fez a sua estreia na orquestra. Segundo Kastner, “o primeiro saxofone construído pertencia ao registro do baixo, eu fui o primeiro a utilizá-lo na escrita da minha ópera The Last King Of Juda (O último rei de Judá) tocada no conservatório de Paris em 1° de dezembro de 1844” (apud KOCHNITZKY 1949, p.21).

Delineado o período em que foi inventado e as primeiras interações com a dimensão cultural, sobretudo, erudita, resta apresentar o instrumento saxofone em suas peculiaridades. O saxofone é um instrumento de sopro com peculiaridades que o caracterizam realmente como um instrumento híbrido. Isso porque sua estrutura física é elaborada tendo o metal como matéria prima. No entanto, o som é projetado através de uma boquilha, ao invés de um bocal, como é usual nos instrumentos de metal. Kochnitzky (1949) observa que:                        

“Este instrumento [...] é baseado em um princípio, nunca antes aplicado na construção de qualquer aparato sonoro que o mundo moderno herdou dos séculos anteriores ou dos povos exóticos: uma vibração de uma coluna de ar dentro de um tubo cônico, através de uma palheta removível que é similar à do clarinete.”                        

Um dos grandes incentivadores e responsáveis pela difusão do saxofone no meio musical (bandas militares e orquestras) foi Hector Berlioz. Esse compositor, mediante a crítica constante dos oponentes de Sax, tecia incansáveis elogios ao instrumento através de seus artigos. Em um de seus textos comentou:                        

“O saxofone possui qualidades expressivas incomparáveis; a perfeição e beleza de seu som – quando tocado por um interprete talentoso – são tantas que ele pode, em movimentos lentos, dar vida como os melhores cantores. [...] Em alguns anos, quando o uso do saxofone se tornar uma questão de conduta entre intérpretes, os compositores serão capazes de produzir, graças a esse instrumento admirável, efeitos ainda não pensados até agora”                        

Ainda sobre o saxofone, Berlioz comenta:                        

“Para mim, seu principal mérito, é a beleza variada de seu timbre, às vezes grave, às vezes calmo, às vezes apaixonado, sonhador ou melancólico, ou vago como o eco enfraquecido de um eco, como os lamentos indistintos da brisa no bosque e, melhor ainda, como as vibrações misteriosas de um sino, algum tempo depois de ter sido tocado, nenhum outro instrumento musical existente que eu conheça possui esta curiosa sonoridade situada no limite do silêncio”                        

Uma resolução ministerial de 19 de agosto de 1845 impôs dois saxofones (barítono e alto, em lugar dos fagotes e oboés) nas bandas de música dos regimentos de infantaria. A revolução de 1848 suspendeu este decreto por seis anos. O decreto imperial de 16 de agosto de 1854, que fixou a reorganização das bandas de música dos regimentos, ordenou a incorporação de oito saxofones: dois barítonos ou baixos, dois tenores, dois altos e dois sopranos.

Neste ponto, gostaria de abrir um parênteses, pois às vezes gera um pouco de dúvida quando falamos em BANDA: O que é uma banda?

Na nossa concepção brasileira, algumas pessoas imaginam como banda (e eu, há alguns anos atrás pensava assim também), aqueles grupos que tocam no coreto. Bandas de coreto, “furiosinhas”, que tocam marchas, dobrados, etc. Mas não é bem assim.

As bandas mencionadas aqui são Bandas Sinfônicas, que são grupos de sopros, que se assemelham às Orquestras Sinfônicas. Vou transmitir aqui um artigo sobre bandas do maestro Roberto Farias:                        

“A ideia de banda sinfônica esteve no passado intimamente ligada ao trabalho da orquestra sinfônica. No final do século 19 e início do século 20, esse numeroso organismo instrumental de sopros e percussão elevava a já tradicional banda de música ao “status” de uma orquestra sinfônica, principalmente no que se referia ao repertório. Os arranjos e transcrições de aberturas de óperas, operetas, movimentos de sinfonias, poemas sinfônicos e as célebres valsas vienenses constituíram-se ingredientes responsáveis pela popularização da música sinfônica, quando, de uma maneira mais ágil, promoviam o acesso do grande público à chamada música de concerto, através de apresentações em parques e outros logradouros, fora das ostentações dos grandes teatros da época. Por outro lado, a excelência de muitos desses organismos trazia a banda à cena principal nas grandes salas de concerto, despertando assim o interesse de muitos compositores para uma nova possibilidade de expressão musical que surgia, trazendo consigo uma flexibilidade que até então a já consolidada orquestra sinfônica não permitia.

Uma vez inspiradas nas grandes orquestras e por força do repertório (baseado unicamente em transcrições), as primeiras bandas sinfônicas eram bem maiores que os conjuntos modernos, já que partiam do princípio da substituição dos naipes de instrumentos de cordas por instrumentos de sopro.”  

                     

OUÇAM ESTES EXEMPLOS DE BANDAS:

Este áudio é de uma obra chamada “PREMIER QUATOUR” para quarteto de saxofones, composta no XIX por J.B. Singelée (1812-1876). Amigo de longa data de Adolphe Sax,  (eles se conheceram como estudantes da Escola Real de Música), ele incentivou Sax para desenvolver os quatro principais membros da família do saxofone, e compôs esta obra em 1857.

Além disso, as primeiras composições para o instrumento são estritamente eruditas.

Ouças estes exemplos:

Giancarlo:

Este é de uma obra chamada “Fantaisie sur un thème original.” também composta no final do século XIX por Jules Demersseman(1833-1866)

Como vimos, Adolphe Sax imaginava um instrumento que se assemelhasse às cordas... e conhecendo que conceito de banda no século XIX já era pensando em um repertório sinfônico, portanto podemos concluir que Sax imaginou sim sua invenção como um instrumento clássico/erudito (ou para música de concerto, como quiserem denominar), e, além do mais, o jazz só iria nascer do outro lado do Atlântico (Estados Unidos) 50 anos depois, com o Ragtime...                        

só para constar: nem todos os textos são meus: são extraídos de artigos, monografias, teses, livros. Depois passo a bibliografia. Assim que tiver oportunidade, continuarei essa linha de raciocínio... quero falar ainda sobre Ravel antes do saxofone atravessar o Atlântico e chegar aos EUA... Perdoem o longo texto! Tenham paciência! Acho que vale a pena. 

                      

José de Carvalho:

Deus lhe abençoe meu caríssimo irmão Giancarlo, taí  mais uma riquíssima contribuição para nosso arquivo.

 

Henrique:

Caríssimos. ...me perguntaram porque não comentaram sobre a boquilha barkley classic s. ....eu havia comentado mas acho que na fui bem claro. ..partindo do comentário do irmão José de Carvalho sobre as boquilhas Vandoren. ..a relação indicada para essas boquilhas são. Sax soprano. .. S25, sax alto. ....a 27, sax tenor. ..T 20, sax barítono. ...B 35....     a Barkley fez uma copia fiel dessas boquilhas  com uma só, nomenclatura para todos os nipes de sax que é a Classic S. ....é  claro que não é uma Vandoren. ..mas se aproxima bem. ....questão  de poder aquisitivo. .para sax alto.  Vandoren  $ 830,00             Classic S    $ 220,00                        

Os preços acima  não são exatos mas são bem próximos.

.                        

 11 96359-0377:

vandoren s 25 Sax soprano ótimo boquilha tenho ela é toco com ela valor 850,00 reais

                       

 21 98199-2644:

Eu tenho uma barkley classic eu gosto bastante

.                        

15 99717-4741:

excelente, irmão Henrique.. a Jaf da linha erudita também é bem em conta. Custa 225.00 a A 17 (erudito) sax alto ,com envio. Não se compara à uma Selmer ou à uma Vandoren, mas ajuda bastante. 

                      

Henrique:

Maravilha irmão Gean. ..eu comentei só dá Vandoren porque eu dei uma aula em pirapora MG e indiquei pra eles essa boquilha. .então recebi de um irmão um zap pra comentar sobre essas boquilhas. ....espero ter  esclarecido. ......  

                     

José de Carvalho:

Caríssimos, com relação as boquilhas genéricas, Jaf e Barkley....

A Barkley já tive uma de soprano e uma Jaf de alto.

As duas resolvem a questão para as nossas orquestras e os preços são bem em conta.

Porém a Barkley é feita em resina por isso o timbre é diferente de uma de ebonite que é o caso da Everton Supreme que inclusive é um pouco mais cara...             

          

 21 98316-6117:

Isso mesmo irmão Eliel e Giovani... Excelentes aulas.

Os irmãos são  sempre muito prontos, de bom ânimo. Ontem m esmo,   nosso querido irmão Davi me pediu desculpas por ter "demorado" a adicionar os companheiros do RJ, (nem demorou...rs). Nosso caríssimo amigo e irmão  Cláudio Moraes, me tirou prontamente uma dúvida, sempre com muito amor, respeito e cuidado com a obra de Deus.  Aos queridos irmãos  Giancarlo, José de Carvalho e outros caríssimos irmãos  que contribuem para o progresso musical na obra de Deus, os meus mais sinceros agradecimentos.

Aprendemos música e crescemos como seres humanos através de gestos nobres demonstrados por vós... Que Deus vos abençoe rico e abundantemente!     

                  

11 99411-7610:

Irmãos. Posso dar uma opinião. A boquilha selmer.C80 2 ESTRELAS É UMA ótima. Boquilha. O som aveludado. Tanto. nos graves. e nos agudos

                

 71 9104-9195:

Irmãos tenho uma jaf de alto. Modelo a37, abraçadeira de couro com ressonador.

Um irmão falou dela.

Gostaria de saber se a especificação da minha está dentro da proposta.

Minha opinião: gosto do som, mas ela não tem projeção.

 

Giancarlo: 

CONTINUANDO....                        

Voltemos no tempo...mais precisamente em junho de 1874. Modest Mussorgsky compõe uma obra para piano denominada “QUADROS DE UMA EXPOSIÇÃO”. A história dessa obra é a seguinte:  Viktor Hartmann, arquiteto e pintor, grande amigo de Mussorgsky, havia falecido recentemente (1873) aos 39 anos de idade. Em março de 1874, estava acontecendo uma exposição de seus quadros em uma galeria de São Petersburgo. Após visitá-la, o compositor resolveu prestar uma homenagem ao amigo. Escolheu dez dentre os quadros expostos e compôs uma música para cada um deles.

O 4º Movimento, se chama “O VELHO CASTELO”. Mussorgsky escreve o tema do solo deste movimento imaginando a canção de um trovador medieval.

Avancemos no tempo, mais precisamente em 1922. Maurice Ravel(1875-1937), compositor francês, recebe a encomenda do maestro russo Sergei Koussevitzky para arranjar  “QUADROS DE UMA EXPOSIÇÃO” para grande orquestra, um trabalho quase que de recomposição da obra. Sabendo que Mussorgsky imaginou o tema do 4º movimento como o canto de um trovador medieval, Ravel, geniosamente coloca o saxofone fazendo este tema em sua orquestração:

Entre julho e outubro de 1928, Ravel compõe “BOLERO”, obra a qual ele adiciona dois saxofones na orquestração:

Giancarlo:

Então irmãos. ..acho que com essa longa narrativa,  desmistificamos as dúvidas quanto qual teria sido a ideia de Sax ao criar o nosso instrumento. ...                        

A própria história prova que Adolphe Sax imaginou seu instrumento para a música de concerto. ...                        

Mesmo porque na época o ragtime (que originou o jazz) ainda nem tinha surgido, ou seja, sem "achismo", percebemos claramente em que contexto o criador do saxofone imaginou a sua mais importante invenção.                        

Perdoem se essas mensagens chegarem para vocês no nosso recesso de final de semana. ..pois acabou a energia aqui e fiquei sem sinal de Internet                                                                          

A respeito do material ao qual as boquilhas são fabricadas, que FIQUE BEM CLARO, como já foi dito aqui, que O MATERIAL INFLUENCIA MUITO POUCO EM RELAÇÃO AO TIMBRE, SOM E VOLUME DO SAXOFONE. O que realmente muda tudo isso são suas DIMENSÕES (abertura, câmara). Lembremo-nos da lei das proporções, mencionada lá atrás. PORÉM, que fique claro também, que isso não quer dizer que o músico pode sair comprando a primeira boquilha de metal ver na loja. Só existe uma boquilha de metal com as dimensões apropriadas para a música erudita, que é a Selmer.

Giancarlo:

Além do mais, não encontramos essa boquilha no mercado brasileiro e é muito mais cara que as demais boquilhas. Só para comparação, o valor da boquilha Selmer de metal para erudito é mais que o dobro da Selmer S90 de massa: A de metal custa 359 dólares                        

http://www.prowinds.com/product/9331/Alto_Saxophone_Mouthpieces                        

e a de massa 139 dólares                        

http://www.prowinds.com/product/4852/Alto_Saxophone_Mouthpieces                        

Por outro lado, também existem boquilhas de massa que não são apropriadas para o erudito e para nossas orquestras, tais como MEYER, CLAUDE LAKEY, RICO ROYAL, etc.

Outro dia eu ouvi um áudio em outro grupo o depoimento de um irmão que ministra ensaios técnicos para metais contando como foi o ensaio técnico em uma certa localidade. No sábado o ensaio foi dividido entre os naipes (clarinetes, saxofones e metais), e no domingo foi todos os músicos juntos. No domingo eles fizeram a medição dos decibéis. Quando tocava os outros instrumentos SEM O SAXOFONE, estava tudo OK. Quando os saxofones tocavam, o decibilímetro ia lá pra cima. Ou seja, hoje, o grande problema de nossas orquestras, são os saxofones, infelizmente! Por que? Por vários motivos. Um dos motivos, infelizmente, são alguns irmãos que deveriam ser o exemplo (encarregados e instrutores) não o são, tocando de forma inadequada e com equipamentos inadequados. Outro motivo é que não temos referências. Há diversos vídeos no Youtube de irmãos tocando hinos com sons que não são condizentes com o estilo sacro de nossos hinos. Não estamos aqui condenando o irmão que grava dessa forma e posta no Youtube. Acredito que fora da orquestra ele pode fazer o que ele sentir. O ideal seríamos nós, instrutores e encarregados, mostrar aos aprendizes gravações e vídeos de saxofonistas eruditos para esses aprendizes  formarem em suas cabeças a concepção de som. Na música se aprende ouvindo, principalmente concepção sonora.

Alguns irmãos mencionaram alguns saxofonistas que tocam com boquilhas que não são próprias para o erudito e que tiram um som macio, com timbre ideal. Mas são músicos que tocam há vários anos e estudam MUITO para isso. Além do mais, são exceções. Nenhum saxofonista erudito toca com setup diferente do que realmente é concebido para erudito, simplesmente porque é muito mais fácil fazer algo com o equipamento adequado! 

Com boquilhas CLAUDE LAKEY, OTTOLINK, MEYER, é muito mais fácil tirar um som forte e rasgado. Cada boquilha foi estudada pelo seu fabricante para se adequar a cada estilo.                        

Imaginem a seguinte situação: Todos os irmãos sabem que eu toco em uma Banda Sinfônica. Som erudito, etc. De repente, eu recebo um convite para fazer um cachê para fazer uma turnê com a IVETE SANGALO. Vou ganhar uma fortuna...rs.....então vamos lá! Chego eu lá, com meu barítono, boquilha Selmer S90 180...no primeiro ensaio, eu vejo que tem bateria, um set de percussão completo, tumbadoras, guitarra, baixo, vocal, tudo em cima de um trio elétrico ligado à caixas de não sei quantos mil watts de potência, e eu com minha boquilha fechadinha...

Nas primeiras notas, o produtor da Ivete vai chegar para mim e dizer “viu, meu amigo, muito obrigado, não vamos precisar mais de você, abraço!” E chamam outro! Eles precisam de alguém que tenha pegada, que tenha som, e para isso precisa do equipamento adequado.

Da mesma forma, alguém que toca numa bigband, com uma boquilha Meyer, Ottolink, Claude Lakey... e ele é convidado para vir fazer um cachê aqui na Banda que eu toco..Na primeira nota que ele der, o maestro vai dizer “amigo, obrigado, não precisamos de você”.

Como disse, eu toco barítono na Banda Sinfônica, e geralmente a parte de saxofone barítono é orquestrada junto com fagotes, clarones, tubas. No ensaio, se o maestro percebe que tem algo diferente, ele vai pedir para tocar só esses naipes. Ao tocar o trecho, o maestro identificando o problema (supondo que eu esteja com equipamento inadequado e não estou fundindo meu som com esses naipes), ele vai dizer no coletivo que eu preciso adequar meu som com o contexto. Se não resolver, ele vai me chamar à parte e comentar que eu preciso procurar um setup adequado. E se mesmo assim não resolver, isso pode até acarretar demissão. E isso em qualquer banda ou orquestra é assim que funciona. Então, caros, se estamos tocando para louvar o nosso SENHOR, e temos que tocar UNIFORMEMENTE, e não temos SOLISTAS, porque não podemos nos ajustar?                        

Voltando no assunto da boquilha Selmer de metal, que eu conheça, somente dois saxofonistas usaram essa boquilha. Primeiro foi MARCEL MULE (foi professor de saxofone do Conservatório de Paris após Adolphe Sax) e seu sucessor DANIEL DEFFAYET. Este último, após um tempo, passou para uma boquilha de massa depois. Hoje, pelo menos os saxofonistas eruditos profissionais que eu conheça, ninguém utiliza essa boquilha. Só utilizam VANDOREN ou SELMER de massa apropriadas para o erudito.                        

 

Algumas perguntas e afirmações que sempre surgem:

1-“o saxofone não é instrumento de orquestra!”

     Errado. O saxofone é instrumento de orquestra sim, como já foi explicado e foi dado exemplo em vídeos.

2-“ Mas porque não tem saxofonistas fixos na orquestra?”

Porque a maioria do repertório de orquestra á anterior à 1840, época da criação do saxofone. As orquestras em sua maioria executam repertórios de Beethoven, Mozart, e outros compositores anteriores à primeira metade do século XIX. Como é menor o repertório moderno, que inclui saxofone, compensa às orquestras sinfônicas contratarem  o músico apenas para o concerto que tenha saxofone no repertório.

3- “os irmãos estão querendo impor boquilha e palhetas para tocarmos na orquestra da ccb.”

Não, irmãos. Com a liberação dos ensaios técnicos pelos servos de Deus do Brás, essa porta foi aberta para a melhoria das nossas orquestras. O Senhor nos dá a graça de passarmos a melhor ferramenta para a execução do saxofone nas orquestras da CCB. Não obrigamos ninguém a mudar nada, tentamos fazer a conscientização, e indicamos qual o setup adequado que facilitaria a vida de todos. Como o irmão Davi já disse em seu post, essa mudança não irá ocorrer do dia para a noite.

Toda a narrativa anterior foi para conscientizar em que ambiente estamos. Entendermos que fazemos parte de uma orquestra. E que o som da orquestra tem que soar como um todo. SEM SOLISTAS.

Existem casos que alguns saxofonistas tocam com som erudito e popular com uma mesma boquilha? Sim, mas são exceções. E geralmente esses casos são de profissionais que ficam longas horas estudando todos os dias. Nós conhecemos a realidade de nossos irmãos. Nossos queridos irmãos têm seu trabalho, e não possuem tempo para ficar 4, 5 horas estudando saxofone para desenvolver essas técnicas. Portanto, INDICAMOS o equipamento que irá auxiliar esses irmãos. Ninguém carpe um lote com uma picareta e abre alicerce com uma enxada e vice-versa, embora isso seja possível, mas será despendido um esforço desnecessário. Usam a ferramenta correta para cada tipo de trabalho. Saliento que a maioria esmagadora dos saxofonistas eruditos tocam com o equipamento adequado para esse estilo.

Voltando na realidade dos ensaios técnicos: geralmente quem frequenta estes ensaios são irmãos que não dão problemas aos seus encarregados e tem humildade para entender, e em muitos casos, procuram se adequar à nossa realidade depois de ser explanado o panorama atual e a necessidade da orquestra na CCB. Ao contrário destes, os irmãos que mais dão problemas não frequentam estes encontros, infelizmente.

Também, como comentei alguma outra vez, não sei se neste grupo: O estilo que precisamos tocar nas orquestras da Casa de DEUS, tem que estar acima de nossos gostos pessoais. Não estamos aqui condenando gosto pessoal de ninguém; muito pelo contrário. Eu mesmo tenho inúmeros CDs de saxofonistas como Joshua Redman, Michael Brecker, Gerry Mulligan, etc. Gosto muito de ouvir esses músicos. Porém não são referência de sonoridade para nossas orquestras. Vou fazer uma comparação grosseira: Tenho um amigo que tocou comigo na banda, que reclamava que não gostava de vestir smoking e gravata borboleta. Porém ele vestia nos concertos, porque não tinha outro jeito. Isso estava acima de seu gosto pessoal. Acredito que a nossa atuação na orquestra da CCB tenha que ser da mesma forma.

Bem, irmãos, era isso que eu tinha para expor... Minha singela opinião... Perdoem os meus longos textos...                        

Termino postando uma lista de boquilhas adequadas para a prática do saxofone nas orquestras CCB:

 

-SOPRANO:

SELMER CONCEPT

SELMER S90 170

SELMER S90 180

SELMER S80 C*

VANDOREN S15

VANDOREN S25

VANDOREN OPTIMUM SL3

VANDOREN OPTIMUM SL4

VANDOREM OPTIMUM SL5

 

-ALTO:

SELMER CONCEPT

SELMER S90 170

SELMER S90 180

SELMER S80 C*

VANDOREN OPTIMUM AL3

VANDOREN OPTIMUM AL4

VANDOREN OPTIMUM AL5

VANDOREN A17

VANDOREN A20

VANDOREN A27

VANDOREN A28

 

-TENOR

VANDOREN T20

SELMER S80 C*

SELMER S90 170

SELMER S90 180

SELMER S90 190

SELMER S90 200

VANDOREN OPTIMUM TL3

VANDOREN OPTIMUM TL4

VANDOREN OPTIMUM TL5

 

-BARÍTONO

VANDOREN B35

SELMER S80 C*

SELMER S90 170

SELMER S90 180

SELMER S90 190

SELMER S90 200

VANDOREN OPTIMUM BL3

VANDOREN OPTIMUM BL4

VANDOREN OPTIMUM BL5.

 

Considerando que alguns irmãos não têm condições de adquirir uma dessas boquilhas, indicamos algumas de fabricação nacional (que, claro, não se comparam com VANDOREN E SELMER, mas que melhorariam e muito a sonoridade):

Barkley (linha Classic)

JAF: para soprano: S25

JAF: para alto: A17

JAF: para tenor: T16

JAF: para barítono: EB 25

 

E complementando, o fabricante das boquilhas EVERTON está desenvolvendo uma boquilha para o saxofone erudito, como o ir. Carvalho mencionou.

Deus vos abençoe.      

                 

15 99789-8469:

Ir Giancarlo, gostaria de fazer uma pergunta!                        

O irmão disse que as boquilhas Meyer não são indicadas para erudito. Na apostila do professor Rodrigo Capistrano, que foi enviada a este grupo ele indica alguns modelos da Meyer para erudito.

Eu uso uma Meyer e, ao meu ver, vai muito bem para o erudito!

E eu toquei recentemente em uma Vandorem AL4 e a diferença é mínima. Percebi mais consistência nas notas graves apenas.

Na sua opinião, Meyer não é adequada para erudito?  

                    

Paulo Romão:

Irmão apds inclui a boquilha. Selmer 2 estrelas p baritono                        

Se todos os baritono.tiver condiçoes. É otima boquilha. Deus vos abençoe

                        

Marcos Alexandre:

Tenho uma Selmer C** e toco com ela nos Cultos, e é muito boa!!

                       

Evandro Domingues:

Irmão a santa Paz de Deus. Eu toco Barítono. Porem não sei se por meu barítono ser todo sem banho não me adaptei com a boquilha de Barítono. Então eu toco com uma Selmer C* de sax Baixo. Assim consigo ter um som macio e suave sem ficar estridente.   

                    

Valter França Mairinque:

Irmão foi postado que a boquilha indicada pra sax alto ou é selmer ou é vandoren? Eu só tenho yamaha, barkley e Meyer. E agora?rsrs                        

 45 9902-5444:

O trabalho de melhoria na nossa orquestra é árduo, mas compensatório. Recebi de um irmão que esteve em um dos nossos ensaios técnicos.        

Já aderi ao sistema de palhetas brancas de madeira

Estou fazendo o toque de lingua embaixo da palheta também "du du"

Eu tinha costume de fazer vibrato, parei tbm

E estou passando p conhecimento para os mais próximos

Mas vamos precisar com certeza de um ensaio técnico aqui tbm. Deus abençoe. 

                                                                                                 

Esdras Lovo:

Caro ir. Giancarlo,

Parabéns por mais estas informações.

Um verdadeiro tratado.

Valeu.  E muito.

Deus te abençoe !!!                        

Para o sax vintage, teria outra sugestão de boquilas ?                        

Ou não muda nada ? 

                       

André MOnteiro Gonçalves:

Irmão Giancarlo . Gostaria de pedir autorização para compartilhar esta maravilhosa aula com alguns saxofonistas aqui do RJ. Seria possível?              

José Renato Rodrigues:

Concordo:

Melhor a repreensão aberta do que o amor encoberto 

                                               

43 9620-2414:

Ele toca com os  dentes na boquilha   

                    

Felipe:

Acredito q devemos tocar com os dentes na boquilha na parte superior 

                     

43 9620-2414:

Esclarece pra nois ir davi                                                                                                                                                                                                                                                        

 45 9925-5598:

Ja foi bem explicado em assuntos anteriores e muito bem sobre as diversas boquilhas, nesse caso uma boquilha de massa com excelente som.

Percebemos na execução o som dos graves ao agudo som com perfeição, isso no conjunto da boquilha e palheta ajuda muito, mas

Sabemos que a maneira de fazermos a embocadura é importante a parte superior apoiada com os dentes e a parte muscular sem muita pressão na boca, para melhor passagem da coluna de ar, vi na execução desse vídeo um bom exemplo pra nós.

Me perdoem por nao conseguir me expressar bem no meu texto.

Deus abençoe!           

            

Josué Jr:

Ok... Gian por mim estou muitíssimo satisfeito com a quantidade de informações expostas aqui nesse grupo, excelente declarações, vídeos, experiências, conhecimentos e tudo mais...

Tenho a certeza que a minha visão sobre boquilhas ganhou novos horizontes para o nosso propósito.

DEUS abençoe!!!

Me perdoem alguma coisa.  

                     

Kelvin Souza:

Irmão,  para mim ficou mais que claro a questão  das boquilhas,  estou satisfeito.  

                     

15 99789-8469:

Ir. Giancarlo. ApdD

Tinha feito uma pergunta ontem. Acredito que não tenha visto.

A pergunta foi após o texto

Uso vandoren gosto do som e o valor é razoável toco baritono boquilha abertura 7

                      

Deivison Anjos:

Eu tenho uma boquilha barkley classic . Vou postar em outro grupo, os diferentes timbres com palheitas com modelos diversos , e estou procurando ainda a melhor palheita pra essa boquilha .. 

                      

Victor Alves:

 Eu estou plenamente satisfeito com o tema que propus juntamente com o irmão Josué e o irmao Marcos!                        

                  

74 9929-9202:

Queridos, vejo diversidades de opiniões referente palheta x boquilha. Qual o correto: boquilha aberta palheta com número menor ou maior?

Boquilha n° 5, qual número da palheta ideal? 

                      

Josué Jr:

o meu irmão vou só observar para depois tirar as minhas conclusões... tive várias experiências com palhetas naturais e sintéticas mais vou aguardar e ficar só de  como sempre.          

             

Giancarlo:

Irmão Elton, sim, é corretíssimo apoiar os dentes superiores na boquilha!                        

irmãos Vitor, Josué Jr e Marcos Salviano, podemos encerrar o assunto boquilhas?                        

Amém Júnior, nada perdoar... você sempre é bem vindo, e aqui é um espaço para conversarmos e tirarmos nossas dúvidas. Grande abraço!                        

a respeito da Meyer? vi sim. acredito que tenha respondido em meus textos                        

sim, eu vi.                        

Cada um tem uma opinião, ir. Fábio. As minhas opiniões, juntamente com os meus companheiros de ensaios técnicos, são baseadas em experimentações e pesquisas. Fundamentadas em teses, dissertações, livros, artigos, e não na base do "achismo". Não sei de onde o professor que você mencionou teve essa opinião sobre a boquilha. A minha opinião é que não é adequada.

​

José de Carvalho:

Maravilha irmão Evandro, esse é o caminho.

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